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Situações Emergenciais em Saúde
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Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN)

Indicadores da Triagem Neonatal no Brasil

Escrito por Leonardo | Publicado: Quarta, 28 de Junho de 2017, 16h29 | Última atualização em Quinta, 11 de Outubro de 2018, 14h59

Os indicadores, em termos gerais, são medidas-síntese que contém informação relevante sobre determinados atributos e dimensões do estado de saúde, bem como do desempenho do sistema de saúde. Vistos em conjunto, devem refletir a situação sanitária de uma população e servir para a vigilância das condições de saúde.

A disponibilidade de informação apoiada em dados válidos e confiáveis é condição essencial para a análise objetiva da situação sanitária, assim como, para a tomada de decisões baseadas em evidências e para a programação de ações de saúde (texto adaptado de: Organização Pan-Americana da Saúde. Indicadores de Salud: elementos básicos para el análisis de la situación de salud. Boletin Epidemiologico 2001; 22(4): 1-5).

Principais Indiciadores do PNTN

1. Cobertura do Programa Nacional de Triagem Neonatal

Indicador cobertura

Conceito:

O indicador cobertura refere-se ao percentual de recém-nascidos que realizaram os exames da triagem neonatal, em 1ª amostra, em relação ao número de nascidos vivos informados na fonte de dados especificada para o cálculo, em determinado espaço geográfico, no ano/ período considerado. Permite a avaliação do acesso ao programa.

Método de cálculo:

Número de recém-nascidos triados, em 1ª amostra, dividido pelo número de nascidos vivos registados no SINASC x 100.

Resultados 2004 – 2017:


Fonte: Programa Nacional de Triagem Neonatal – CGSH/DAET/SAS/MS, Brasil, 2018.

Notas:
1.  Ausência de dados para o cálculo da cobertura no ano de 2004 para os estados do Amapá, Roraima e Piauí e nos anos de 2015 e 2017 para o estado do Amapá.
2. O dado de cobertura de 2017 é preliminar pois o número de nascidos vivos nacional utilizado para o cálculo é referente ao SINASC de 2016.

2. Percentual de coleta do Teste do Pezinho na data ideal

Indicador idade do recém-nascido na data da coleta

Conceito:

Percentual de recém-nascidos que realizaram a coleta da primeira amostra para o teste do pezinho até o 5º dia de vida, no ano/período considerado.

Método de cálculo:

Número de recém-nascidos com coleta do teste do pezinho realizada até o 5º dia de vida dividido pelo número total de recém-nascidos triados em primeira amostra x 100.

Resultados 2004 – 2017:


Fonte:Programa Nacional de Triagem Neonatal – CGSH/DAET/SAS/MS, Brasil, 2018.

Notas:
1.  Ausência de dados para o cálculo no ano de 2004 para os estados do Amapá, Roraima e Piauí e nos anos de 2015 e 2017 para o estado do Amapá.
2. Entre os anos de 2001 e 2011 o parâmetro preconizado pelo Ministério da Saúde para a idade ideal da coleta do teste do pezinho era até o 7º dia de vida do recém-nascido. A partir do ano de 2012 houve uma mudança na coleta de dados para os indicadores relacionados a idade do recém-nascido, em dias, na data da coleta. Essa mudança ocorreu em virtude da entrada de novas doenças no escopo do Programa e, portanto, foi necessário o ajuste do parâmetro idade ideal para a coleta do teste do pezinho, passando de: até o sétimo dia para até o quinto dia de vida do recém-nascido. Com isso, as faixas pré-estabelecidas de coleta de dados foram modificadas para: até 5 dias; 6 a 8 dias; 9 a 15 dias; 15 a 30 dias; acima de 30 dias. Portanto, entre os anos de 2004 e 2011 estão representados na Figura o percentual de coleta até o 7º dia e para os anos de 2012 a 2017 as faixas já estão ajustadas de acordo com os novos parâmetros para a coleta do teste do pezinho.

3.Idade do recém-nascido na data da primeira consulta

Indicador mediana da idade do recém-nascido na data da primeira consulta

Conceito:

Mediana de Idade, em número de dias, dos recém-nascidos, no momento da primeira consulta, considerando-se o total de recém-nascidos consultados para determinado tipo de doença, no ano/período considerado.

Método de cálculo:

Cálculo da mediana de idade dos recém-nascidos em dias, na data da primeira consulta.

Resultados 2004 – 2017 Fenilcetonúria (PKU):


Fonte: Programa Nacional de Triagem Neonatal – CGSH/DAET/SAS/MS, Brasil, 2018.
Nota:
1. Para o cálculo mediana de idade dos recém-nascidos em dias, na data da primeira consulta de PKU no ano de 2004, não foi considerado o quantitativo correspondente nos estados do Amapá, Roraima e Piauí, devido à inexistência de informação. O mesmo ocorreu no ano de 2013 para o estado de Roraima e para os anos de 2014, 2015 e 2017 para o estado do Amapá.   

Resultados 2004 – 2017 Hipotireoidismo Congênito (HC):


Fonte: Programa Nacional de Triagem Neonatal – CGSH/DAET/SAS/MS, Brasil, 2018.
Nota:
1. Para o cálculo mediana de idade dos recém-nascidos em dias, na data da primeira consulta de HC no ano de 2004, não foi considerado o quantitativo correspondente nos estados do Amapá, Roraima e Piauí, devido à inexistência de informação. O mesmo ocorreu no ano de 2013 para o estado de Roraima e para os anos de 2014, 2015 e 2017 para o estado do Amapá.  

Resultados 2004 – 2017 Doença Falciforme (DF):


Fonte: Programa Nacional de Triagem Neonatal – CGSH/DAET/SAS/MS, Brasil, 2018.
Notas: Para o cálculo mediana de idade dos recém-nascidos em dias, na data da primeira consulta de DF, não foi considerado o quantitativo correspondente, devido à inexistência de informação:

  1. No ano de 2004 para os estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins;
  2. Nos anos de 2005, 2006 e 2007 para os estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe e Tocantins;
  3. No ano de 2008 para os estados de Alagoas, Amazonas, Amapá, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe e Tocantins;
  4. No ano de 2009 para os estados do Amazonas, Amapá, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe e Tocantins;
  5. Nos anos de 2010 e 2011 para os estados do Amazonas, Amapá, Distrito Federal, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe e Tocantins;
  6. No ano de 2012 para os estados do Amapá, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Roraima
  7. No ano de 2013 para os estados do Amapá, Piauí e Roraima;
  8. Nos anos de 2014, 2015 e 2017 para o estado do Amapá.

Resultados 2004 – 2017 Fibrose Cística (FC):


Fonte: Programa Nacional de Triagem Neonatal – CGSH/DAET/SAS/MS, Brasil, 2018.
Notas:
Para o cálculo mediana de idade dos recém-nascidos em dias, na data da primeira consulta de FC não foi considerado o quantitativo correspondente, devido à inexistência de informação:

  1. Nos anos de 2004 a 2008 para os estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Roraima, São Paulo, Sergipe e Tocantins;
  2. No ano de 2009 para os estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Roraima, São Paulo, Sergipe e Tocantins;
  3. Nos anos de 2010 e 2011 para os estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Roraima, Sergipe e Tocantins;
  4. No ano de 2012 para os estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins;
  5. No ano de 2013 para os estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima e Sergipe;
  6. No ano de 2014 para os estados do Amazonas, Amapá, Rio Grande do Norte e Roraima;
  7. No ano de 2015 e 2017 para o estado do Amapá.

Resultados 2013 – 2017 Hiperplasia Adrenal Congênita (HAC):

Fonte: Programa Nacional de Triagem Neonatal – CGSH/DAET/SAS/MS, Brasil, 2018.

Notas:
Para o cálculo mediana de idade dos recém-nascidos em dias, na data da primeira consulta de HAC não foi considerado o quantitativo correspondente, devido à inexistência de informação:

  1. No ano de 2013 para os estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Roraima, Sergipe e Tocantins;
  2. No ano de 2014 para os estados de Alagoas, Amazonas, Amapá, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Sergipe;
  3. No ano de 2015 para os estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe;
  4. No ano de 2016 para os estados Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Sergipe;
  5. No ano de 2017 para os estados do Amapá, Pará e Pernambuco.

Resultados 2013 – 2017 Deficiência de Biotinidase (DBT):

Fonte: Programa Nacional de Triagem Neonatal – CGSH/DAET/SAS/MS, Brasil, 2018.
Notas:
Para o cálculo mediana de idade dos recém-nascidos em dias, na data da primeira consulta de DBT não foi considerado o quantitativo correspondente, devido à inexistência de informação:

  1. No ano de 2013 para os estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Roraima, Sergipe e Tocantins;
  2. No ano de 2014 para os estados de Alagoas, Amazonas, Amapá, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Sergipe;
  3. No ano de 2015 para os estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.
  4. No ano de 2016 para os estados do Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Sergipe
  5. No ano de 2017 para os estados do Amapá, Pará e Pernambuco.

4. Pontos de coleta do teste do pezinho

Número de pontos de coleta do teste do pezinho
Conceito:
Número de locais cadastrados para realizar a coleta das amostras de sangue dos recém-nascidos e encaminhar para o laboratório especializado em triagem neonatal, no ano/período considerado.
Método de cálculo:
Somatória direta da informação fornecida pelos estados, expressando-se os resultados em números absolutos.

Resultados 2004 – 2017:


Fonte: Programa Nacional de Triagem Neonatal – CGSH/DAET/SAS/MS, Brasil, 2018.

Nota:

  1. Ausência de dados para o cálculo no ano de 2004 para os estados do Amapá, Roraima e Piauí e no ano de 2015 e 2017 para o estado do Amapá.

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