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Atenção Especializada e Hospitalar

Prevenção e Diagnóstico

Publicado: Terça, 04 de Julho de 2017, 11h33 | Última atualização em Terça, 22 de Agosto de 2017, 16h13

As Doenças Vasculares são enquadradas no grupo de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) que são doenças multifatoriais que se desenvolvem no decorrer da vida e são de longa duração.

As DCNT são resultado de diversos fatores, determinantes sociais e condicionantes, além de fatores de risco individuais como tabagismo, consumo nocivo de álcool, inatividade física e alimentação não saudável (Ministério da Saúde, 2011).

Esse grupo de doenças é um problema de saúde global e uma ameaça à saúde e ao desenvolvimento humano. Hoje em dia as DCNT (doenças cardiovasculares, doenças respiratórias crônicas, diabetes, câncer, doenças renais, etc) totalizam cerca de 72% das mortes no Brasil em 2007(Schmidt MI et al. Lancet, 2011).

Seguindo essa tendência mundial, no Brasil, em 2013, as DCNT foram a causa de aproximadamente 72,6% das mortes (SIM 2015). Isso configura uma mudança nas cargas de doenças, e se apresenta como um novo desafio para os gestores de saúde. Ainda mais pelo forte impacto das DCNT na morbimortalidade e na qualidade de vida dos indivíduos afetados, a maior possibilidade de morte prematura e os efeitos econômicos adversos para as famílias, comunidades e sociedade em geral.

As doenças vasculares possuem quatro fatores de risco modificáveis que são: tabagismo, alimentação não saudável, inatividade física e uso nocivo de álcool além dos fatores de riscos intermediários como: Hipertensão, Dislipidemia, Sobrepeso, Obesidade e Intolerância à Glicose.

As ações para prevenção de agravos cardíacos, compreendem ações de promoção, prevenção e identificação precoce de fatores de risco junto à comunidade, assim como ações informativas e educativas, orientação familiar e encaminhamentos quando necessário para os Serviços Especializados. Estas deverão ser desenvolvidas e realizadas pelas equipes da atenção básica, considerando-se a saúde auditiva nos diferentes segmentos: gestantes, recém-nascidos, pré-escolares, escolares, jovens, trabalhadores e idosos.

Leia mais:

Caderno de Atenção Básica - 35 - Doenças Crônicas
Caderno de Atenção Básica - 36 - Diabetes Mellitus
Caderno de Atenção Básica - 40
Diretrizes - Doenças Crônicas
Caderno de Atenção Básica - 38 - Obesidade

Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas

DIAGNÓSTICO

Detecção precoce é uma forma de prevenção secundária e visa a identificar fatores predisponentes evitando agravos mais complexos. Existem duas estratégias de detecção precoce: o diagnóstico precoce e o rastreamento. É responsabilidade dos gestores e dos profissionais de saúde aliar as ações de detecção precoce com a garantia de acesso a procedimentos diagnósticos e terapêuticos em tempo oportuno e com qualidade.

O objetivo do diagnóstico precoce é identificar pessoas com sinais e sintomas iniciais de uma determinada doença, primando pela qualidade e pela garantia da integralidade assistencial em todas as etapas da linha de cuidado da doença. O diagnóstico precoce, portanto, é uma estratégia que possibilita terapias mais simples e efetivas, ao contribuir para a redução do estágio de apresentação do câncer. Assim, é importante que a população em geral e os profissionais de saúde reconheçam os sinais de alerta das doenças cardíacas mais comuns, passíveis de melhor prognóstico se descobertos no início. A maioria dos agravos cardíacos é passível de diagnóstico precoce mediante avaliação e encaminhamento oportunos após os primeiros sinais e sintomas.

 

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