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  • Angola e Brasil cooperam nas áreas de oncologia e doenças falciforme

    Projetos no âmbito da cooperação Sul-Sul reforçam as relações bilaterais entre Brasil e Angola

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    Crédito: AISAMissão brasileira acompanha projetos de cooperação em Angola

    O Brasil participou de missão para prospecção de cooperação técnica nas áreas de oncologia e doença falciforme em Angola. Delegação brasileira composta por integrantes do Ministério da Saúde do Brasil e da Agência Brasileira de Cooperação (ABC) esteve em Luanda na última semana de fevereiro, para validar a proposta de projeto de cooperação técnica na área de controle do câncer junto às equipes do Ministério da Saúde de Angola (Minsa) e do Instituto Angolano de Controlo do Câncer (IACC).

    O projeto de “Apoio à implementação e gestão de medidas para a prevenção e o controle do câncer em Angola” tem o objetivo de oferecer o conhecimento e a experiência brasileira em prevenção e controle do câncer ao sistema de saúde pública angolano.

    Entre as ações previstas, constam visitas, workshops, palestras e conferências para discutir a política de controle do câncer no país africano, além de oferecer formação e capacitação no INCA para o desenvolvimento de recursos humanos. As ações contempladas no projeto devem ocorrer nos próximos cinco anos. No dia 1º de março, o INCA recebeu sete médicos de Angola que iniciaram um programa de especialização que terá a duração de três anos. A expectativa é que mais de 40 profissionais de saúde angolanos sejam beneficiados com o projeto, que se trata de um dos maiores e mais emblemáticos projetos brasileiros de cooperação internacional voltado à formação de recursos humanos em saúde. 

    DOENÇA FALCIFORME

    Durante a missão, representantes dos dois países também realizaram diagnóstico situacional da doença falciforme em Angola, para subsidiar a elaboração da segunda fase do projeto na matéria.  A nova fase da cooperação deverá contemplar o apoio à elaboração da Política Nacional angolana de Atenção às Pessoas com Doença Falciforme, a ampliação da triagem neonatal, a capacitação de recursos humanos e o fortalecimento de estratégias para a promoção da doação voluntária de sangue em Angola. A primeira fase do projeto, iniciado em 2010, teve como objetivo o fortalecimento das capacidades técnicas de profissionais angolanos no diagnóstico laboratorial e por imagem e no cuidado integral ao paciente de doença falciforme. Durante os cinco anos de vigência do Projeto, foram capacitados 13 profissionais de saúde, incluindo médicos, enfermeiros, assistentes sociais e técnicos de laboratório.

    Por Anna Lima, do Nucom AISA
    Atendimento à imprensa
    (61) 3315-3580/2005/3315

  • Brasil e México acordam agenda de cooperação em saúde

    A VII Reunião do Grupo de Trabalho e Cooperação Técnica Brasil-México marcou a retomada das tratativas bilaterais na área da saúde, com foco na área de alimentação e nutrição

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    Crédito: AMEXCIDDiretor da ABC, João Almino, e o diretor executivo da AMEXCID, Agustín García-López, trocam a ata da reunião de trabalho

    Na semana de 19 a 23 de fevereiro, a Cidade do México sediou a VII Reunião do Grupo de Trabalho de Cooperação Técnica Brasil-México. O objetivo do encontro foi elaborar o programa de cooperação técnica bilateral para o biênio 2018-2020. Foram formuladas seis iniciativas de cooperação nas áreas de saúde, vigilância sanitária, agricultura, desenvolvimento social e meio ambiente.

    Na área da saúde, Brasil e México prepararam um projeto na área de alimentação e nutrição que buscará fortalecer as capacidades de combate à obesidade em ambos os países. Seguindo os preceitos da cooperação Sul-Sul para compartilhamento de experiências, o Brasil tem especial interesse na área de manejo clínico de pessoas com obesidade e na área de regulação, principalmente na taxação de bebidas açucaradas. O México manifestou o interesse de conhecer o Programa Saúde na Escola, estratégia de integração da saúde e educação voltada às crianças, adolescentes, jovens e adultos para o desenvolvimento da cidadania e da qualificação das políticas públicas brasileiras.

    A missão brasileira, coordenada pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC), contou com representantes do Ministério da Saúde (MS), do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), do Ministério do Meio Ambiente (MMA), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Também participaram do evento os embaixadores João Almino, diretor da ABC, e Agustín García-López, diretor Executivo da Agencia Mexicana de Cooperación Internacional para el Desarrollo (AMEXCID).

    Por Anna Lima, do Nucom AISA
    Atendimento à imprensa
    (61) 3315-3580

  • Ministérios da Saúde de Brasil e Paraguai realizam intercâmbio de Assessorias Internacionais

    Além da troca de experiências, atividade de cooperação busca estreitar as relações bilaterais entre os dois países.

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    Crédito: AISA

    Paraguaias visitam Banco de Leite Humano do Hospital Regional de Taguatinga, em Brasília (DF)

    O Ministério da Saúde do Brasil recebeu, entre os dias 5 e 9 de março, delegação do Paraguai para atividade de intercâmbio na Assessoria de Assuntos Internacionais de Saúde (AISA), com vistas à troca de experiências sobre a cooperação internacional em saúde e à discussão de temas de interesse comum para a elaboração de projetos de cooperação bilateral.

    A delegação foi composta por representantes da Dirección General de Relaciones Internacionales do Ministerio de Salud Publica y Bienestar Social do Paraguai. Durante a semana, conheceram as principais políticas do Ministério da Saúde, como as ações de prevenção ao HIV/aids e as iniciativas brasileiras de melhoria da alimentação e nutrição e de combate à obesidade.

    A missão também visitou o Banco de Leite Humano (BLH) do Hospital Regional Taguatinga. Guiadas pela nutricionista e responsável técnica pelo Banco, Clea Cecílio, e pela coordenadora da Rede de BLH do Distrito Federal, Miriam Santos, as profissionais aprenderam todas as etapas desde a coleta, o recebimento, o armazenamento, a pasteurização até a utilização do leite doado pelas crianças da neonatologia do HRT.

    “O Brasil é um protagonista reconhecido internacionalmente na doação, exportação de tecnologia e processamento do leite materno. E o Banco do HRT, o primeiro do Distrito Federal, é referência para o país e para o mundo”, afirmou Miriam Santos. A Rede de Bancos de Leite Humano (BLH) do Brasil, conta atualmente com 217 unidades espalhadas por todo o país, sendo 12 no Distrito Federal.

    “A experiência foi muito gratificante. O intercâmbio nos acrescentou profissionalmente e institucionalmente para levarmos ao nosso país forma como o Brasil atua nas suas relações internacionais. Apesar de termos um volume de trabalho muito menor, possuimos muitas semelhanças”, disse a paraguaia Gabriela Ferreria.

    Para Letícia Sanchez, “é muito gratificante poder conhecer de perto diversos aspectos de saúde pública brasileira. E ficamos muito satisfeitas de ver que o BLH do Paraguai segue as mesmas recomendações e critérios estabelecidos pelo Brasil”.

    A delegação também visitou a Divisão de Bolívia e Paraguai, a Divisão de Temas Sociais do Ministério das Relações Exteriores (MRE), a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

    COOPERAÇÃO

    Atualmente, o Ministério da Saúde possui mais de 90 projetos e atividades de cooperação em saúde em execução em todos os continentes, com destaque para as parcerias com países da África lusófona, da América Latina e do Caribe. A principal atuação em cooperação tem sido em áreas como Banco de Leite Humano, formação de recursos humanos, atenção básica, HIV/Aids, hepatites virais, vigilância epidemiológica, nutrição e gestão em saúde.

    Por Anna Lima, do Nucom AISA
    Atendimento à imprensa
    (61) 3315-3580

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