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  • Assistência às pessoas vivendo com HIV e aids é garantida no SUS

    Em março deste, Ministério da Saúde encaminhou a todos os estados 20 milhões de medicamentos

    O Ministério da Saúde esclarece que, ao contrário do que informa a matéria “Ligamos para todas as capitais atrás do principal remédio contra o HIV: algumas sequer tem em estoque”, publicado pela Intercept Brasil, não há interrupção na assistência às pessoas vivendo com HIV e aids nem falta de medicamentos para tratamento antirretroviral.

    O Três em Um, descrito pela matéria, pode ser substituído pela combinação de dois comprimidos, sem qualquer prejuízo ao tratamento dos pacientes. A reportagem, portanto, desinforma e traz prejuízo às pessoas assistidas pelo SUS.

    Para as unidades que pontualmente apresentaram estoque reduzido do 3 em 1(Tenofovir 300mg + Lamivudina 300mg+ Efavirenz 600mg num só comprimido) no início do ano, o Ministério da Saúde emitiu uma nota técnica em fevereiro de 2018, orientando a substituição do medicamento pela associação de 2 em 1 (Tenofovir 300mg + Lamivudina 300mg) com o Efavirenz (EFZ) 600mg, ou seja o paciente tomaria dois comprimidos com os mesmos componentes.

    A Pasta entregou no final de março mais de 20 milhões de comprimidos do medicamento 3 em 1 (Tenofovir 300mg + Lamivudina 300mg + Efavirenz 600mg) para todo o país. O quantitativo atenderá 230 mil pacientes pelos próximos quatro meses.

    Não está correta a informação que houve atraso na entrega dos medicamentos por falta de pagamento do Ministério da Saúde ao fornecedor. Todas as obrigações contratuais foram cumpridas pela pasta.

    A partir do recebimento dos medicamentos, cabe aos estados encaminharem o produto aos municípios e ao gestor local garantir a assistência ao usuário.

    A informação correta permite que quem usa o medicamento e todos os usuários do SUS, tenham capacidade de atuar e exigir das instâncias corretas os seus direitos.

    O Departamento de Vigilância Prevenção, Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais  reafirma o seu compromisso com a saúde pública das pessoas vivendo com HIV, conforme atestam o seu histórico e a sua atuação no âmbito do SUS.


    Atendimento à imprensa
    (61) 3315-3580

  • Assistência às pessoas vivendo com HIV e aids é garantida no SUS

    Em março deste, Ministério da Saúde encaminhou a todos os estados 20 milhões de medicamentos

    O Ministério da Saúde esclarece que, ao contrário do que informa a matéria “Ligamos para todas as capitais atrás do principal remédio contra o HIV: algumas sequer tem em estoque”, publicado pela Intercept Brasil, não há interrupção na assistência às pessoas vivendo com HIV e aids nem falta de medicamentos para tratamento antirretroviral.

    O Três em Um, descrito pela matéria, pode ser substituído pela combinação de dois comprimidos, sem qualquer prejuízo ao tratamento dos pacientes. A reportagem, portanto, desinforma e traz prejuízo às pessoas assistidas pelo SUS.

    Para as unidades que pontualmente apresentaram estoque reduzido do 3 em 1(Tenofovir 300mg + Lamivudina 300mg+ Efavirenz 600mg num só comprimido) no início do ano, o Ministério da Saúde emitiu uma nota técnica em fevereiro de 2018, orientando a substituição do medicamento pela associação de 2 em 1 (Tenofovir 300mg + Lamivudina 300mg) com o Efavirenz (EFZ) 600mg, ou seja o paciente tomaria dois comprimidos com os mesmos componentes.

    A Pasta entregou no final de março mais de 20 milhões de comprimidos do medicamento 3 em 1 (Tenofovir 300mg + Lamivudina 300mg + Efavirenz 600mg) para todo o país. O quantitativo atenderá 230 mil pacientes pelos próximos quatro meses.

    Não está correta a informação que houve atraso na entrega dos medicamentos por falta de pagamento do Ministério da Saúde ao fornecedor. Todas as obrigações contratuais foram cumpridas pela pasta.

    A partir do recebimento dos medicamentos, cabe aos estados encaminharem o produto aos municípios e ao gestor local garantir a assistência ao usuário.

    A informação correta permite que quem usa o medicamento e todos os usuários do SUS, tenham capacidade de atuar e exigir das instâncias corretas os seus direitos.

    O Departamento de Vigilância Prevenção, Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais  reafirma o seu compromisso com a saúde pública das pessoas vivendo com HIV, conforme atestam o seu histórico e a sua atuação no âmbito do SUS.


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  • Avaliação das condições de mercado quanto a prestação de serviços de disponibilização de equipamentos, testes e insumos para a realização de exames de carga viral do HIV e Hepatites virais (2)

    ABERTURA: 17/08/2017


    Objeto: Realização de Audiência Pública para avaliação das condições de mercado quanto a prestação de serviços de disponibilização de equipamentos, testes e insumos para a realização de exames de carga viral do HIV e Hepatites virais.
    Data da realização: 17/08/2017;
    Horário: às 09 horas e 30 minutos;
    Local: Auditório PO700 localizado no endereço: SRTVN Quadra 701, lote D, Edifício PO700, 1º subsolo, Brasília/DF, CEP 70.719-040.

    DOCUMENTOS EM CONSULTA:

  • Brasil aumenta diagnóstico e tratamento para o HIV

    Novo levantamento indica que, desde 2012, o número de pessoas diagnosticadas com a doença aumentou 18% e o acesso ao tratamento 15%. Também se observou redução da circulação do vírus no sangue dos tratados, indicando sucesso dos medicamentos ofertados no SUS

    Aumento no diagnóstico entre as pessoas que vivem com HIV e no número de pessoas em tratamento são os destaques do Relatório de Monitoramento Clínico do HIV lançado nesta quinta-feira (23) pelo Ministério da Saúde. O documento demonstra o avanço do país no alcance das  metas 90-90-90, no período de 2012 a 2016. De acordo com o documento, estima-se que, em 2016, aproximadamente 830 mil pessoas vivem com HIV no país, dessas, 694 mil (84%) diagnosticadas; 655 mil (79%) vinculadas a algum serviço de saúde; e 563 mil (68%) retidas nos serviços.

    Confira a apresentação do Relatório de Monitoramento Clínico

    A proporção de pessoas vivendo com HIV diagnosticadas (1ª meta) aumentou em 18%, passando de 71%, em 2012, para 84%, em 2016. Ainda com relação aos resultados das metas no país, houve um aumento de 15% na proporção de PVHIV diagnosticadas que estavam em tratamento (de 62% em 2012 para 72% em 2016). Nos primeiros seis meses de 2017, o relatório aponta que quase 35 mil pessoas iniciaram terapia antirretroviral (TARV). Na terceira meta, das pessoas em tratamento antirretroviral, há pelo menos seis meses, em 2016, 91% atingiram supressão viral (carga viral abaixo de 1.000 cópias/mL indicando sucesso no tratamento). Essa proporção é 6% acima da observada em 2012 (85%) e aponta  que o país ultrapassou a meta estabelecida.

    O ministro da Saúde, Ricardo Barros, comentou os avanços apontados pelo relatório. Barros ressaltou a importância da manutenção das ações de prevenção e controle do HIV/aids no Brasil. “Os resultados observados no Relatório refletem os esforços de um conjunto de ações realizadas por diversos atores, em diferentes níveis de gestão, para a redução da transmissão do HIV e a melhoria da qualidade de vida das pessoas que vivem com HIV e aids no país”, observou o ministro.

    Lançado pelo segundo ano seguido, o documento Relatório de Monitoramento Clínico do HIV, reúne e analisa as informações dos principais indicadores de monitoramento clínico, atualizados até 30 de junho de 2017. O relatório avalia as metas 90-90-90: (90% das pessoas vivendo com HIV (PVHIV) diagnosticadas; 90% das PVHIV diagnosticadas em terapia antirretroviral (Tarv); e 90% das PVHIV diagnosticadas em TARV (terapia antirretroviral - com supressão viral, até o ano de 2020) para o Brasil, entre 2012 e 2016. As metas foram instituídas, em 2014, pelo Programa das Nações Unidas para Aids (UNAIDS).

    Outro dado do relatório aponta que, de todos os indivíduos infectados pelo HIV, observa-se cobertura antirretroviral de 60% e supressão viral de 54% (com carga viral abaixo de 1.000 cópias/mL). Isso é excelente porque quanto menor a carga viral, menor a possibilidade de transmissão do vírus e indica sucesso no tratamento da pessoa vivendo com HIV.

    No primeiro semestre de 2017, até 30 junho, o número de pessoas em TARV somava mais de 517 mil. De acordo com os resultados monitorados até o momento, estima-se que até o final do ano cerca de 550 mil PVHIV estarão em tratamento, indicando um incremento de mais de 10% nesse número até o final do ano, ultrapassando o crescimento observado entre 2015- 2016.

    Além deste aumento no número de pessoas em TARV, verifica-se também uma diminuição expressiva no tempo mediano (em dias) entre o diagnóstico e o início do tratamento, caindo de 161 dias para 42 dias, em menos de quatro anos, de 2014 a junho de 2017, respectivamente.

    O Brasil foi o primeiro país da América Latina a incorporar, a partir de janeiro de 2017, o medicamento Dolutegravir, que é considerado atualmente o melhor medicamento para tratamento do HIV. Dados mais atuais, até 31 de outubro 2017, revelam que 68 mil PVHIV já estão em uso de Dolutegravir no país.

    Ainda em relação às metas 90-90-90, observa-se que das pessoas em TARV, há pelo menos seis meses, em 2016, 91% atingiram supressão viral (carga viral abaixo de 1.000 cópias/mL indicando sucesso no tratamento), proporção de 6% acima da observada em 2012 (85%) e ultrapassando a meta estabelecida.

    Esses dados subsidiam a resposta ao HIV no Brasil e são reconhecidos por seu rigor, como fonte de informação no âmbito internacional. Recentemente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceu na Conferência Internacional de Aids (IAS 2017, em Paris), durante o lançamento do Consolidated Guidelines on Person-Centred HIV Patient Monitoring and Case Surveillance, que o Brasil é um dos poucos países do mundo que tem conseguido utilizar as informações geradas por seus sistemas nacionais de informação em saúde para fazer diferença na resposta ao HIV. Nesta publicação, inclusive, o Brasil foi citado como exemplo a ser seguido.

    Desafios - A maior vulnerabilidade entre os jovens fica evidente nos resultados apresentados no Relatório. Na análise das metas 90-90-90 estimou-se que apenas 56% das PVHIV de 18 a 24 anos diagnosticadas estavam em TARV, e desses, menos da metade apresentavam supressão viral (Carga Viral menor que 200 cópias/mL).

    Outro desafio a ser enfrentado refere-se a adesão à TARV. Os dados indicam que 70% das pessoas vivendo com HIV – com pelo menos uma dispensa de medicamentos em 2016- apresentavam adesão suficiente. Porém a taxa de abandono ou interrupção do tratamento de 9% se mantém praticamente constante desde 2013.

    “Estamos aprimorando as ações programáticas, buscando a aceleração e a qualificação da resposta brasileira ao HIV, com vistas ao alcance das metas estabelecidas no planejamento estratégico do Departamento de IST, HIV e Aids e Hepatites Virais”, explica a Dra. Adele Benzaken, diretora do departamento. A diretora ressalta ainda  que a publicação do relatório reforça “o compromisso de transparência com a população brasileira, especialmente com as pessoas que vivem com HIV e com os grupos de populações-chave e prioritárias que são mais afetadas pela epidemia”.

    O financiamento de toda a terapia antirretroviral distribuída pelo SUS no Brasil, garantida sua sustentabilidade por lei, é feito com recursos exclusivamente nacionais. Em 2017 foi investido R$ 1.1 bilhão para aquisição de 37 apresentações dos medicamentos.

     

    Da Agência Saúde 
    Atendimento à imprensa 
    (61) 3315-3174/3580

  • Brasil registra queda no número de casos e de mortes por aids

    Ampliação da oferta de antirretrovirais e redução do tempo entre diagnóstico e início do tratamento contribuiu para a queda da epidemia no país

    Fotos: Erasmo Salomão/MS

    “O Ministério da Saúde quer diminuir o número de pessoas que desenvolvem a doença”, disse o ministro Ricardo Barros, em Curitiba (PR)

    “O Ministério da Saúde quer diminuir o número de pessoas que desenvolvem a doença”, disse o ministro Ricardo Barros, em Curitiba (PR)

    Os casos de aids e a mortalidade provocada pela epidemia estão caindo no Brasil. Isso é o que aponta a nova edição do Boletim Epidemiológico de HIV/Aids, lançado nesta sexta-feira (1/12) em Cutiriba (PR), durante evento em alusão ao Dia Mundial de Luta contra a Aids. A publicação indica que em 2016 a taxa de detecção de casos de aids foi de 18,5 casos por 100 mil habitantes - uma redução de 5,2% em relação a 2015, quando era registrado 19,5 casos. Já a mortalidade, observa-se uma queda de 7,2%, a partir de 2014, quando foi ampliado o acesso ao tratamento para todos. Passando de 5,7 óbitos por 100 mil habitantes para 5,2 óbitos, em 2016.

    Confira aqui a apresentação (PDF)

    Os resultados demonstram a assertividade da política de assistência do Ministério da Saúde, que ampliou o diagnóstico do HIV, diminuiu o tempo para iniciar o tratamento, aumentando, consequentemente, o número de pessoas recebendo a terapia antirretroviral. Dando positivo, a pessoa inicia o tratamento no máximo 41 dias após o diagnóstico. Em 2014, esse tempo era 101 dias. “O Ministério da Saúde quer diminuir o número de pessoas que desenvolvem a doença. E é isso que estamos fazendo, ofertando os medicamentos mais modernos e investindo mais.  Além disso, contamos com a mobilização da sociedade, especialmente daqueles que sabem que têm o vírus e que não se tratam, já que temos um tratamento gratuito e da melhor qualidade”, ressaltou o ministro da Saúde, Ricardo Barros, durante a solenidade desta sexta-feira (1º). O ministro lembrou que os jovens são os que mais se expõe à infecção pelo vírus. “Por isso, vamos agir junto às escolas. Vamos orientar os jovens para reverter essa tendência de crescimento. Para isso, não faltam recursos e nem mobilização”, afirmou Ricardo Barros.  

    O perfil da aids revelado pelo Boletim demonstra que, nos últimos dez anos, há uma tendência de queda de casos em mulheres e aumento em homens. Em 2016, foram 22 casos de aids em homens para cada 10 casos em mulheres. Em relação à faixa etária, a taxa de detecção quase triplicou entre os homens de 15 a 19 anos, passando de 2,4 casos por 100 mil habitantes em 2006 para 6,7 casos em 2016. Entre os com 20 a 24 anos passou de 16 casos de aids por 100 mil habitantes, em 2006, para 33,9 casos em 2016. Já nas mulheres, houve aumento da doença entre 15 a 19 anos - passou de 3,6 casos para 4,1. Também há crescimento em idosas acima dos 60 anos, passando de 5,6 para 6,4 casos por 100 mil habitantes. Quanto à forma de transmissão, a doença cresce entre homens que fazem sexo com homens, mudando o perfil, nos últimos dez anos, quando a proporção maior de caso era de transmissão heterossexual. Na comparação a 2006, observa-se aumento de 33% nos casos de transmissão de homens que fazem sexo com homens. TRANSMISSÃO VERTICAL - Outro anúncio feito durante a divulgação do Boletim Epidemiológicofoi a eliminação da transmissão vertical do HIV em Curitiba, que torna-se o primeiro município brasileiro a ficar livre da transmissão de mãe para filho. Lançada no ano passado pelo Ministério da Saúde, a estratégia tem foco nos municípios com mais de 100 mil habitantes e atendam a critérios estabelecidos pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre esses critérios estão atingir a taxa de detecção de HIV inferior a 0,3 por mil nascidos vivos, e proporção anual inferior a 2% de crianças expostas ao vírus que se infectaram. Segundo dados do Boletim, registra-se queda em todos o país de 34% na taxa de detecção de HIV/aids em menores de 5 anos. Passando de 3,6 casos por 100 mil habitantes, em 2006, para 2,4 por 100 mil habitantes, em 2016. “Essa redução acontece graças ao esforço de toda a rede do SUS na ampliação da testagem e detecção precoce do HIV entre gestantes, aliado ao reforço na oferta de tratamento”, explica o ministro da Saúde, Ricardo Barros. Já em gestantes, os casos de aids aumentam de 2,3 por 100 mil habitantes em 2006 para 2,6 em 2016. Isso pode estar associado a realização do pré-natal, que está detectando o HIV na gravidez. Dados do Relatório de Monitoramento Clínico do HIV, divulgados na semana passada pelo Ministério da Saúde mostraram que, das 830 mil pessoas que viviam com HIV no país, 84% já estão diagnosticadas; que 72% destas estavam em tratamento antirretroviral; e que, destas, 91% já tinham carga viral indetectável. “Isso revela que já estamos muito próximos de atingir a meta 90-90-90 estipulada pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids; quanto mais pessoas diagnosticadas e mais pessoas em tratamento precoce, menos pessoas doentes e menos vírus sendo transmitido”, comemora Adele Benzaken, Diretora do Departamento de IST, HIV/ais de hepatites virais do Ministério da Saúde (DIAHV).As metas estipulam que, até 2020, todas as pessoas vivendo com HIV no país sejam diagnosticadas; que 90% das pessoas diagnosticadas estejam em tratamento; e que 90% das pessoas em tratamento alcancem carga viral indetectável (supressão viral, ou redução da circulação do vírus no sangue para menos de 1.000 cópias/mL).
      
    CAMPANHA - A nova campanha publicitária do Ministério da Saúde traz o slogan “Vamos combinar? Prevenir é viver” e a hashtag #VamosCombinar e tem foco nos jovens, reforçando as diversas formas de prevenção do HIV garantidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde. Conta com filme para TV aberta e fechada, além da divulgação nas mídias sociais. O clipe tem a participação do grupo Dream Team do Passinho - revelação nacional entre o público jovem - que vai convidar a população, nas redes sociais, a fazer o seu próprio passinho da prevençãocom a canção do filme. Além disso, haverá ações específicas nas redes sociais para públicos segmentados como profissionais de saúde, gestores, homens que fazem sexo com homens, gestantes e população trans.

     


    PREVENÇÃO COMBINADA -
    Além de distribuir gratuitamente preservativos, o Ministério da Saúde oferta tratamento pós-exposição ao HIV, a chamada PEP. O medicamento está disponível em 151 serviços de 115 municípios com mais de 100 mil habitantes. Desde 2009, a oferta cresceu cinco vezes, passando de 10.963 para 57.714 medicamentos distribuídos em 2016. Nos primeiros seis meses de 2017, foram 32.559 enviados tratamentos. A partir de dezembro, as populações com maior vulnerabilidade à infecção terão acesso ao tratamento pré-exposição (PrEP). O Ministério da Saúde adquiriu 3 milhões e 600 mil comprimidos para abastecimento de um ano. A oferta será gradativa: em 2017, 35 serviços em 22 municípios receberão o medicamento e outros 16 estados iniciarão em 2018. Os medicamentos serão para homens que fazem sexo com homens, gays, travestis, transexuais, profissionais do sexo e casais sorodiferentes em situação de vulnerabilidade à infecção. “É um medicamento bem específico, de uso contínuo e o usuário precisa tomar o comprimido diariamente para ficar protegido do HIV, além de só pode ser indicada após testagem. Por isso não, em hipótese alguma, podemos esquecer da camisinha”, observa o Ricardo Barros. Por Agência Saúde
    Atendimento à imprensa
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  • Brasil sedia reunião da Comunidade de Países de Língua Portuguesa na área de saúde

    Evento reforça a agenda de cooperação brasileira com os países membros da CPLP em matéria de IST/aids, malária e tuberculose.

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    Anna Lima/AISA Reunião Conjunta das Redes em HIV/Aids, Malária e Tuberculose reforçam cooperação entre países da CPLP

    Nos dias 5 e 6, Brasília sediou a II Reunião Conjunta das Redes de Investigação e Desenvolvimento em Saúde (RIDES) IST/Aids, Malária e Tuberculose da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). O evento foi organizado pelo Ministério da Saúde, tendo como foco o tema da presidência pro tempore brasileira da Comunidade: “A CPLP e a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”.

    Durante o encontro, técnicos dos Ministérios da Saúde de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe debateram a promoção e o fortalecimento das RIDES, especificando suas atividades, o desenvolvimento de compromissos bienais, a atuação em rede e conjunta entre as RIDES e a interlocução com as demais redes da Comunidade. Também participaram da Reunião representantes das instituições assessoras do Plano Estratégico de Cooperação em Saúde da CPLP (PECS-CPLP), Fiocruz e Instituto de Medicina Tropical de Portugal (IHM-Portugal), e da Rede de Institutos de Saúde Pública da Comunidade (RINSP-CPLP).

    As RIDES são mecanismos de intercâmbio de informação e experiências e promoção de boas práticas na área da saúde. Elas congregam em rede os programas de IST/aids, malária e tuberculose dos países de língua portuguesa, com o objetivo de cooperar em temas prioritários para os Estados membros e promover a investigação em saúde com foco no desenvolvimento sustentável e no combate a essas três epidemias.

    Para encerrar a presidência pro temporebrasileira da CPLP no campo da saúde, o Brasil promoverá uma reunião de alto nível com os ministros da Saúde da Comunidade às margens da 71ª Assembleia Mundial da Saúde (AMS), em Genebra, em maio de 2018.

    COOPERAÇÃO

    A cooperação do MS com os países africanos de língua portuguesa tem avançado com o estabelecimento de projetos em áreas como o combate ao HIV/aids, a vigilância epidemiológica em malária e tuberculose, a formação de recursos humanos e a saúde materno-infantil. Além disso, o Ministério da Saúde implementou um Laboratório de Tuberculose em São Tomé e Príncipe, inaugurado em janeiro de 2018, e está conduzindo a finalização do processo de transferência de tecnologia da Fábrica de Medicamentos em Moçambique, em parceria com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC/MRE). Ainda em 2018, serão inaugurados os primeiros Bancos de Leite Humano de Angola e Moçambique e a segunda unidade de Cabo Verde.

    Por Anna Lima, do Nucom AISA
    Atendimento à imprensa
    (61) 3315-3580

  • Congresso debate prevenção a hepatites e HIV/aids

    Cerca de 4 mil ativistas, cientistas, gestores e profissionais de saúde irão discutir estratégias para populações chaves (gays, HSH, travestis e transexuais). O evento começa hoje em Curitiba

    O resultado do 1º Concurso Cultural para seleção da nova arte para embalagem da camisinha masculina é um dos destaques da abertura do 11º Congresso de HIV/Aids e do 4º Congresso de Hepatites Virais (HepAids 2017), que se inicia nesta terça-feira (26), em Curitiba/PR. Tendo como tema a Prevenção Combinada, o congresso discutirá estratégias de prevenção com foco em populações vulneráveis, como gays, HSH, travestis e transexuais. O evento, que acontece até esta sexta-feira (29), deve reunir cerca de 4 mil participantes, entre ativistas, cientistas, gestores e profissionais de saúde de todo o Brasil, além de especialistas internacionais.

    Lançado em julho deste ano, o concurso para promover uma nova identidade visual dos preservativos masculinos é uma parceria do Ministério da Saúde e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). O vencedor será premiado com uma viagem de três dias, com direito a um acompanhante, para um dos sítios do patrimônio Histórico Cultural da UNESCO no Brasil.

    Além da programação científica, durante o Congresso serão lançados protocolos clínicos para tratamento do HIV, publicações e campanhas. Na entrada central do pavilhão de eventos ficará a área com exposição de pôsteres, com 50 totens com telas digitais onde serão apresentados os pôsteres científicos selecionados para apresentação nos Congressos. Conheça a programação completa do Congresso acessando: http://hepaids2017.aids.gov.br/

    Durante o evento tambémserão lançados os novos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas. Também serão lançadas as coletâneas “HIV/Aids na Atenção Básica: Material para Profissionais de Saúde e Gestores” e o “Sumário Executivo da Prevenção Combinada”, além da apresentação da Campanha de Transmissão Vertical HIV/Sífilis, destacando a importância da participação do homem na prevenção da sífilis e no pré-natal.

    Na sexta-feira está prevista a entrega das solicitações dos municípios interessados em participar da “Certificação da Eliminação da Transmissão Vertical (TV) do HIV”. Podem concorrer cidades com mais de 100 mil habitantes que cumprirem os indicadores e as metas estabelecidos para eliminar a transmissão vertical do HIV, conforme as diretrizes da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Os certificados serão emitidos durante o Dia Mundial de Luta contra o HIV/Aids, em 1º de dezembro.

    ATIVIDADES PARALELAS - O HepAids 2017 terá espaços para troca de informações e apresentação de ações desenvolvidas pela sociedade civil. Uma delas é a Vila Social, espaço que abrigará 18 boxes que irão acomodar redes e movimentos sociais ligados ao enfrentamento do HIV/aids e hepatites virais. No centro da Vila Social ficará o palco Paulo Freire, espaço de intervenções, apresentações culturais e shows.

    Outro local é o Espaço da Comunicação, dedicado à discussão de ideias e apresentação de iniciativas de comunicação ligadas à temática do HIV/aids e hepatites virais. O espaço contará com roda de conversas, intervenções culturais, exibição de vídeos e lançamentos de publicações.

    Já na exposição ‘Tô Dentro’, os visitantes irão percorrer cinco estações interativas com diferentes abordagens sobre HIV, infecções sexualmente transmissíveis, prevenção, gerenciamento de risco, estigma e preconceito.  A exposição é uma realização do Programa de DST/Aids da Secretária de Saúde de Viamão (RS). Ainda haverá sete estandes de instituições e parceiros do evento, incluindo o do Ministério da Saúde, da Secretária Estadual de Saúde do Paraná, da Secretária Municipal de Saúde de Curitiba, Sistema ONU, Semina Farmacêutica e Espaço Zen de práticas integrativas.

     

    SERVIÇO

    11º Congresso de HIV/Aids e 4º Congresso de Hepatites Virais – HepAids 2017
    De 26 a 29 de setembro
    Expo Unimed
    Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido – Curitiba (PR)
    http://hepaids2017.aids.gov.br/

     

    Agência Saúde 

    Atendimento à imprensa – Ascom/MS - (61) 3315-2005/2577/3435

  • Ministério da Saúde alerta folião para o uso da camisinha no Carnaval

    Além da camisinha, a nova campanha aposta nas diversas formas de prevenção para evitar o HIV e promover a qualidade de vida de quem já vive com o vírus. Estão sendo distribuídos, gratuitamente, mais de 100 milhões de preservativos em todo o país.

    Prevenir é Viver o Carnaval #VamosCombinar é o tema da Campanha de Prevenção do Carnaval 2018, lançada pelo Ministro da Saúde Ricardo Barros, nesta terça-feira (6), no Teatro Gregório de Matos, em Salvador. A campanha dá continuidade à lançada durante o Dia Mundial de Luta Contra a Aids, em 1º de dezembro, e visa fortalecer às diversas formas de prevenção às infecções sexualmente transmissíveis como o HIV/aids junto ao público jovem. Este ano, como novidade, serão utilizadas diferentes manifestações musicais de cada local, tais como o samba, axé, frevo, marchinhas e forró.

    Confira a apresentação completa (PDF)

    Confira a campanha

    O ministro da Saúde, Ricardo Barros, anunciou o envio a todas as unidades da federação de mais de 100 milhões de preservativos para todo o país. “Esse quantitativo é relevante porque, como um dos motes da campanha é #vamoscombinar, queremos que os foliões não só da Bahia como de todo o Brasil, em conjunto com seus parceiros, se conscientizem da importância do uso de preservativos” explicou o ministro.  Para Barros, “campanhas como essa, que se estenderão por todo o ano em diversas festas populares ao longo de todo o ano, irão possibilitar ao país reduzir não só os números de HIV e aids, como também de outras infecções sexualmente transmissíveis”.

    O lançamento teve a presença do embaixador da campanha, o cantor Léo Santana, e a apresentação do grupo Fit Dance e dos blocos Olodum e Ilê Aiyê. A campanha terá continuidade ao longo do ano de 2018, com ações nas principais festas populares do Brasil (São João, Parada LGBT, carnavais fora de época, eventos regionais).

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    Crédito: Rodrigo Nunes/MS

    Ao todo, em fevereiro, o Ministério da Saúde está distribuindo 106 milhões de preservativos masculinos e 200 mil femininos. Veja mais no Flickr


    As peças para TV, rádio e jornal, serão veiculadas entre esta terça-feira (06) até 02 de março para a população em geral. Além disso, haverá uma divulgação segmentada para públicos específicos em veículos de comunicação voltados a esses grupos, tais como sites, revistas e aplicativos dirigidos à população LGBT. Também serão distribuídos preservativos e folders em estradas de pedágio em Minas Gerais e Goiás. As ações de prevenção são realizadas nos carnavais de rua durante a passagem dos blocos e das escolas de samba em Salvador, Recife, Olinda, Belo Horizonte, Brasília, Ouro Preto, Diamantina (MG), João Pessoa, Rio de Janeiro e São Paulo.

    Ao todo, em fevereiro, o Ministério da Saúde está distribuindo 106 milhões de preservativos masculinos, 200 mil femininos e 3,8 milhões de unidades de gel lubrificante para todo o Brasil.  Atualmente, 830 mil pessoas vivem com HIV/Aids no Brasil e, destas, 548 mil em tratamento. Durante as ações, também estão confirmadas a presença do homem e da mulher camisinha.

    Cerca de 830 mil pessoas vivem com HIV/aids e aids no país. São 694 mil pessoas diagnosticadas, e 548 mil pessoas me tratamento. Estima-se que 136 mil pessoas ainda não sabem que estão com HIV e que 196 mil sabem que tem o HIV e não estão em tratamento.

    De acordo com pesquisa do Ministério da Saúde, os jovens são os que menos usam preservativos, razão pela qual são foco da campanha. Dados da Pesquisa de Conhecimento, Atitudes e Práticas apontam queda no uso regular de camisinhas entre a faixa etária de 15 a 24 anos, tanto com parceiros eventuais – de 58,4% em 2004 para 56,6%, em 2013 – como com parceiros fixos – queda de 38,8% em 2004 para 34,2% em 2013.

    Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense), realizada nas escolas de todo o país com adolescentes de 13 a 17 anos, reforça esse cenário: 35,6% dos alunos não usaram preservativos em sua primeira relação sexual. O mesmo estudo aponta que, quanto mais jovem, menor é o uso da camisinha. Enquanto 31,8% dos jovens de 16 e 17 anos não usaram preservativos em sua primeira relação sexual, esse índice sobe para mais de 40% entre os jovens de 13 a 15 anos.

    O hábito de não usar camisinha tem impacto direto no aumento de casos de e aids entre os jovens. No Brasil, a epidemia avança na faixa etária de 20 a 24 anos, na qual a taxa de detecção subiu de 14,9 casos por 100 mil habitantes, em 2006, para 22,2 casos em 2016. Entre os jovens  de 15 a 19 anos, o índice aumentou, passando de 3,0 em 2006 para 5,4 em 2016.

    Panorama

    Estima-se que 830 mil pessoas vivem com o HIV. De acordo com o Boletim Epidemiológico de HIV e Aids divulgado no final do ano passado, a epidemia no Brasil está estabilizada, com taxa de detecção de casos de aids em torno de 18,5 casos a cada 100 mil habitantes, em 2016. Isso representa 40,9 mil casos novos, em média, no último cinco anos.

    O Brasil apresentou, em 2016, queda de 5,2% dos casos de taxa de detecção de aids em relação a 2015, com 18,5 registros para cada grupo de 100 mil habitantes em relação a 2015 (19,5 casos). Já a mortalidade apresenta redução desde 2014, passando de 5,7 óbitos por 100 mil habitantes em 2014 para 5,2 casos, em 2016.

    Em relação à faixa etária, a taxa de detecção quase triplicou entre os homens de 15 a 19 anos, passando de 2,4 casos por 100 mil habitantes, em 2006, para 6,7 casos em 2016. Entre os com 20 a 24 anos, passou de 16 casos de aids por 100 mil habitantes, em 2006, para 33,9 casos em 2016. Já nas mulheres, houve aumento da doença entre 15 a 19 anos - passou de 3,6 casos para 4,1.

    Quanto à forma de transmissão, a doença cresce entre homens que fazem sexo com homens, mudando o perfil, nos últimos 10 anos, quando a proporção maior de caso era de transmissão heterossexual. Na comparação a 2006, observa-se aumento de 33% nos casos de transmissão de homens que fazem sexo com homens.

    Dolutegravir

    Atualmente, o SUS disponibiliza às pessoas vivendo com HIV o medicamento  dolutegravir, considerado como o melhor tratamento contra o HIV/aids no mundo. Cerca de 300 mil pacientes portadores do vírus receberão o tratamento em 2018. O novo medicamento apresenta um nível muito baixo de eventos adversos, o que é importante para os pacientes que devem tomar o medicamento todos os dias, para o resto da vida. Com menos eventos adversos, os pacientes terão melhor adesão e maior sucesso no tratamento.

    Por Nivaldo Coelho, da Agência Saúde
    Atendimento à imprensa - (61) 3315-3580 / 2351

  • Ministério da Saúde discute ações de prevenção para mulheres do campo

    Atividade conta ainda com a participação em duas pautas que integram a programação

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    Foto: Caroline OliveiraDAGEP participa da abertura do encontro ‘Bagagem das Mulheres da Floresta’ O encontro ‘Bagagem das Mulheres da Floresta’ acontece até quinta-feira (22) em Brasília

     

    O Departamento de Apoio à Gestão Participativa e ao Controle Social da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde (DAGEP/SGEP/MS) participou nesta terça-feira (20), em Brasília, da mesa de abertura do encontro ‘Bagagem das Mulheres da Floresta: ações de prevenção das IST, do HIV/Aids e das hepatites virais e o fortalecimento da participação e do controle social’, promovido pelo Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (DIAHV/SVS/MS) em parceria com o DAGEP. A programação, que estende-se até a próxima quinta-feira (22), conta ainda com a participação do DAGEP em mais duas pautas.

    Na mesa de abertura, o Diretor Substituto do DAGEP, Marcus Peixinho, destacou a importância desse momento de informação, escuta, discussão e elaboração de demandas para fomentar e dar continuidade às ações do Projeto Bagagem da Floresta e da Política de Saúde Integral das Populações do Campo, da Floresta e das Águas (PNSIPCFA). “É importante encontros como esse, para reunir gestores, a academia e movimentos sociais, para que possamos continuar dialogando, elaborando ações e agindo em prol das especificidades de cada pauta e cada população com maior propriedade, fortalecendo, de forma transversal, as políticas públicas de promoção da equidade em saúde”, destaca.

    Ainda, o DAGEP participou hoje (20) da Roda de Conversa: “Como tecer um processo de prevenção combinada integrado com as políticas de promoção da equidade, Educação Popular, Participação e Controle Social em Saúde?” e participará no dia do encerramento, às 14h, da Plenária: “Compartilhando a agenda de ações relativas à prevenção combinada na comunidade”.

    A atividade abordará também pautas como: a sexualidade e os direitos sexuais reprodutivos; a atuação na comunidade no contexto da Prevenção Combinada – estratégia de combate às infecções sexualmente transmissíveis (IST), do HIV/Aids e das Hepatites Virais; e como elaborar um processo de prevenção integrada.

    O evento contou nesta terça-feira (20) com a participação da Diretora do DIAHV, Adele Benzaken, da Diretora da Secretaria de Mulheres do Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), Ângela Mendes, e de mulheres que residem e/ou trabalham em reservas extrativistas.

    PNSIPCFA

    A Política tem como objetivo melhorar o nível de saúde das populações do campo, da floresta e das águas por meio de ações e iniciativas que reconheçam as especificidades de gênero, de geração, de raça/cor, de etnia e de orientação sexual, visando o acesso aos serviços de saúde; a redução de riscos à saúde decorrentes do processo de trabalho e das inovações tecnológicas agrícolas; e a melhoria dos indicadores de saúde e de qualidade de vida.

    SERVIÇO

    A programação, que segue até a próxima quinta-feira (22), acontece de 08h30 às 18h, na Casa de Retiros Assunção, SGAN 611 - Asa Norte, CEP: 70860-110, Brasília – DF.

    Acesse a programação aqui.

    PorCaroline Oliveira, do Nucom SGEP

    Atendimento à imprensa

    (61) 3315-3580 / 3174/2918

     

     

  • Ministério da Saúde promove prevenção ao HIV/aids no Lollapalooza 2018

    Casal camisinha distribuirá preservativos e informações sobre a doença dentro do metrô que leva o públicoao festival

    Quem for ao Lollapalooza 2018 de metrô, este final de semana, em São Paulo, receberá informações sobre prevenção ao HIV/aids e outras infecções sexualmente transmissíveis. Casal vestido de camisinha estará dentro do metrô, não apenas distribuindo os preservativos, como tambémpromovendo a prevenção ao HIV/aids e outras infecções sexualmente transmissíveis.

    Acompanhando o casal, uma banda de músicos fará o “esquenta” para os três dias de boa música que movimenta São Paulo este final de semana (23 e 25 de março). Este ano, serão distribuídas, durante os três dias do evento, cerca 500 mil camisinhas. Além das ações no metrô, o  Ministério da Saúde divulga campanha publicitária para prevenção combinada contra o HIV. Sob o conceito, “Vamos Combinar? Prevenir é viver o show!”, as peças, para esta etapa seguem o padrão da campanha lançada no primeiro de dezembro, por ocasião do Dia Mundial de Luta contra a Aids,  sempre se adaptando ao evento e ao público, além de contar com ações diferenciadas para estimular a prevenção no público jovem.

    Para conhecer todas as peças deste ou dos demais estágios da campanha, basta acessar o site www.saude.gov.br/vamoscombinar. Os esforços de comunicação que começaram no carnaval, estarão presentes não só em São Paulo, durante o Lollapalooza, mas continuarão até junho, durante a  Parada do Orgulho LGBT de São Paulo e as Festas Juninas, no Nordeste.

    Crédito: Rodrigo Nunes/MS

    PANORAMA

    De forma geral, os casos de aids e a mortalidade provocada pela epidemia estão caindo no Brasil, segundo dados do Boletim Epidemiológico de HIV/Aids, lançado no final do ano passado, durante o Dia Mundial de Luta contra a Aids. A publicação indica que em 2016 a taxa de detecção de casos de aids foi de 18,5 casos por 100 mil habitantes – uma redução de 5,2% em relação a 2015, quando era registrado 19,5 casos. Com relação à mortalidade, há uma queda de 7,2%, a partir de 2014, quando foi ampliado o acesso ao tratamento para todos. Passando de 5,7 óbitos por 100 mil habitantes para 5,2 óbitos, em 2016.

    Para a diretora do Departamento de IST, HIV/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde,  Adele Benzaken, “esses resultados demonstram a assertividade da política de assistência do Ministério da Saúde”, que ampliou o diagnóstico do HIV, diminuiu o tempo para iniciar o tratamento, aumentou o leque de opções de prevenção aos brasileiros. “No entanto, temos uma preocupação especial com o público, que, por não ter vivido os tempos mais duros da aids, muitas vezes, descuidam da prevenção e do uso dos preservativos”, explicou a coordenadora.

    O perfil da aids revelado pelo dados demonstra que, nos últimos dez anos, os casos têm aumentando entre jovens. A taxa de detecção de casos por 100 mil habitantes quase triplicou entre os homens de 15 a 19 anos, passando de 2,4 casos por 10 mil habitantes, em 2006, para 6,7 casos, em 2016 – um aumento de 175%. Já entre os homens de 20 a 24 anos, a taxa mais que duplicou, passando de 16 casos de aids por 100 mil habitantes, em 2006, para 33,9 casos em 2016 – um aumento de 111%.

    PREVENÇÃO COMBINADA

    Além de distribuir gratuitamente preservativos, o Ministério da Saúde oferta tratamento pós-exposição ao HIV, a chamada PEP (Profilaxia Pós-Exposição). O medicamento está disponível em 151 serviços de 115 municípios com mais de 100 mil habitantes. Desde 2009, a oferta cresceu cinco vezes, passando de 10.963 para 57.714 medicamentos distribuídos em 2016. Nos primeiros seis meses de 2017, foram 32.559 enviados tratamentos.

    Além disso, a partir deste ano, as populações com maior vulnerabilidade à infecção terão acesso ao tratamento pré-exposição (PrEP). O Ministério da Saúde adquiriu 3 milhões e 600 mil comprimidos para abastecimento de um ano. A oferta será gradativa: em 2017, 35 serviços em 22 municípios receberão o medicamento e outros 16 estados iniciarão em 2018. Os medicamentos serão para homens que fazem sexo com homens, gays, travestis, transexuais, profissionais do sexo e casais sorodiferentes em situação de vulnerabilidade à infecção. Por Agência saúde 
    Atendimento à imprensa
    (61) 3315-3580 / 2861

  • Ministério lança site com informações sobre nova prevenção contra HIV/aids

    Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) está disponível nas unidades de saúde do país e é mais uma importante alternativa para população-chave

    Foto: Blog Saúde

     

    O Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV) do Ministério da Saúde colocou à disposição do público, em seu site, uma página dedicada exclusivamente à Profilaxia Pré-Exposição ao Risco à Infecção pelo HIV (PrEP). Na página, o usuário poderá saber tudo sobre essa importante alternativa de prevenção ao HIV.

    Na página, nove ícones – “O que é”, “Onde encontrar”, “Perguntas e respostas”, “Protocolo clínico”, “Notícias”, “Biblioteca”, “Materiais informativos, “Capacitação” e “Contato” – encaminham o usuário às respectivas fontes de informação.

    No ícone “Onde encontrar”, por exemplo, o usuário poderá encontrar informações detalhadas sobre os serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) que oferecem a PrEP. São enumerados também outros serviços de saúde e organizações da sociedade civil que realizam ações de assistência, prevenção, diagnóstico e tratamento a pessoas vivendo com HIV/aids.

    O objetivo da PrEP é prevenir a infecção pelo HIV por meio da administração diária de uma pílula que contém dois medicamentos: tenofovir + entricitabina. Esses medicamentos bloqueiam alguns caminhos que o HIV usa para infectar o organismo. Assim, se tomado diariamente, a PrEP diminui a possibilidade de o HIV se estabelecer e se espalhar pelo corpo.

    ALTERNATIVA – Lançada no Brasil em 2017, a Profilaxia Pré-Exposição é mais uma bem-vinda opção no leque de alternativas oferecidas pela Prevenção Combinada ao HIV.

    A PrEP não é para todos, porém. Ela é indicada prioritariamente para pessoas trans, gays e outros homens que fazem sexo com homens, trabalhadores/as do sexo e casais sorodiferentes. Não basta, entretanto, fazer parte de um desses grupos. Os médicos prescrevem a profilaxia somente para aquelas pessoas com maior chance de entrar em contato com o HIV por não usarem preservativos nas relações sexuais e estarem mais expostas ao risco de infecção.

    Por essa razão, a consulta aos profissionais de saúde é fundamental para determinação ou não do uso da profilaxia de acordo com o estilo de vida e a maior ou menor vulnerabilidade da pessoa ao risco de infecção. Ao mesmo tempo, há de se considerar que a o uso da medicação não previne contra outras doenças sexualmente transmissíveis como sífilis e gonorreia, e nem contra a gravidez. Por isso, o uso da camisinha precisa ser considerado.

    Para fazer uso da PrEP, o primeiro passo é conversar com um profissional de saúde.

    Clique aquie saiba mais

    Texto: Assessoria de Comunicação/Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais

    Fonte: https://integrams.saude.gov.br/internal/#/news/6344

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