Ir direto para menu de acessibilidade.
Início do conteúdo da página
  • 6 de Novembro é comemorado o Dia da Malária nas Américas

    Ministério da Saúde implementa série de ações estratégicas para o enfrentamento da doença no país

    Nesta segunda-feira (6) é comemorado o Dia da Malária nas Américas, e o Brasil, nos últimos anos, por meio do Ministério da Saúde, tem adotado uma série de ações estratégicas para o enfrentamento da doença no país. Dentre elas, o Plano de Eliminação de Malária no Brasil, que tem o enfoque na malária por Plasmodium falciparum e faz parte da estratégia de atingir as metas dos Objetivos do Milênio. O documento fornece a orientação técnica necessária para os municípios, definir estratégias diferenciadas para o diagnóstico, tratamento, controle vetorial, educação em saúde e mobilização social.

    A data simbólica de seis de novembro foi estabelecida pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)  e visa estimular a divulgação das ações de vigilância controle e eliminação da malária, despertando nas comunidades, nos profissionais e nos gestores da Região das Américas a conscientização sobre a relevância da doença, que atingiu, em 2015, 212 milhões de pessoas no mundo, de acordo com o relatório Mundial da Organização mundial da Saúde (OMS).

    “Acabar com a malária para sempre” é o tema central da data este ano, o mesmo usado no Dia Mundial da Malária, comemorado em 25 de abril. O objetivo da campanha é mostrar que a doença pode ser causa e consequência importantes da pobreza e desigualdade social.

    No Brasil, estão previstos eventos em municípios e estados da Região Amazônica para comemorar o Dia da Malária nas Américas, que terão eventos de educação em saúde e mobilização social, treinamento das equipes de saúde nas ações de vigilância, diagnóstico, tratamento, entomologia e controle vetorial. Estes eventos são desenvolvidos pela equipe de apoiadores municipais para o controle da malária, que trabalham em conjunto com a gestão municipal pelo Projeto Apoiadores Municipais. Confira aqui a programação.

    Além das comemorações locais, o Brasil está sendo representado por dois projetos na premiação do ano de 2017 dos Campeões da Malária das Américas, promovido pela OPAS. O primeiro é o Projeto do Parque Nacional do Jaú, de responsabilidade da Fundação Oswaldo Cruz (IOC) que teve o principal resultado a interrupção da transmissão da malária por Plasmodium falciparum na região do parque. O segundo é o Projeto do Município de Eirunepé, do estado do Amazonas, que como resultado principal foi a queda acentuada de casos de malária no município, saindo de 8 mil casos em 2013 para somente 126 casos até setembro de 2017.

    AÇÕES - Para intensificação de ações de combate e controle da doença, o Ministério da Saúde repassou R$ 11,9 milhões para nove estados localizados na região Amazônica (Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins), área que concentra mais de 99% dos casos de malária registrados no Brasil.

    Outra ação que tem recebido recursos contínuos federais é a ampliação da capacidade de diagnóstico local, com a introdução de testes rápidos para malária que proporciona resultado disponível em 15 minutos. O foco são as áreas de difícil acesso e em situações onde a microscopia para malária não está disponível. Em 2015, houve o aperfeiçoamento dos testes para diagnóstico de malária.

    O Ministério também monitora a eficácia dos antimaláricos e inseticidas utilizados pelo Programa de Malária. Desde 2011 já foram distribuídos 1,1 milhão de mosquiteiros impregnados com inseticida de longa duração.

    MALÁRIA NO BRASIL - Nos últimos dez anos (2007 a 2016) foram notificados em média 251.475 casos e 60 óbitos por malária em todo país. Em 2016, o Brasil registrou o menor número de casos dos últimos 37 anos (129.246), e ao comparar com os dados de 2015 (143.160 casos), houve uma redução de quase 10%. Em dez anos, os anos com mais casos da doença foram 2007 (458.666 casos), 2008 (315.807 casos) e 2010 (334.671 casos). Em 2017, até agosto, foram registrados 109.767 casos, dados ainda preliminares. A respeito dos óbitos foram registrados 37 em 2016 e até maio de 2017, 11 óbitos por malária no país, dados ainda preliminares.

    CAMPANHA – O Programa Nacional de Prevenção e Controle de Malária do Brasil (PNCM) lançou este ano uma campanha em comemoração ao Dia Mundial da Malária. A campanha de prevenção e incentivo ao tratamento da doença traz como slogan “Faça o Tratamento até o fim. Sem a doença, você vive muito melhor”. O foco é incentivar as pessoas a procurarem o diagnóstico de malária em uma unidade de saúde para fazer o exame e, caso positivo, realizar o tratamento completo. As peças da campanha pode ser acessadas aqui.

    Por Nucom/SVS
    Atendimento à Imprensa
    (61) 3315-3580/2351/2745

     

  • Ações de diagnóstico, tratamento e controle vetorial serão realizadas no Dia Mundial da Malária

    A data é celebrada nesta quarta-feira, dia 25 de abril

    O Dia Mundial da Malária é comemorado a cada ano no dia 25 de abril e foi criado para reconhecer o esforço global para o controle mais eficaz desta doença. A data busca promover e despertar conhecimento sobre uma doença que atinge milhões de pessoas em todo o mundo. Neste ano estão previstas atividades de educação em saúde, mobilização social, diagnóstico, tratamento e controle vetorial. Essas atividades serão desenvolvidas pelas equipes estaduais e municipais com apoio de diversos parceiros.

    A data é uma oportunidade para a divulgação de informações sobre malária e realização de ações de prevenção, controle e eliminação da doença nos estados e municípios da região Amazônica, motivando o envolvimento de governantes, profissionais da saúde e da população em geral nas diversas atividades programadas. No Brasil, a maioria dos casos de malária se concentra nessa região.

    Acesse a programação do Dia Mundial da Malária

    Por Nucom/SVS
    Atendimento à Imprensa
    (61) 3315-3580/2351/2745

  • Brasil sedia reunião da Comunidade de Países de Língua Portuguesa na área de saúde

    Evento reforça a agenda de cooperação brasileira com os países membros da CPLP em matéria de IST/aids, malária e tuberculose.

    Box Title
    Anna Lima/AISA Reunião Conjunta das Redes em HIV/Aids, Malária e Tuberculose reforçam cooperação entre países da CPLP

    Nos dias 5 e 6, Brasília sediou a II Reunião Conjunta das Redes de Investigação e Desenvolvimento em Saúde (RIDES) IST/Aids, Malária e Tuberculose da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). O evento foi organizado pelo Ministério da Saúde, tendo como foco o tema da presidência pro tempore brasileira da Comunidade: “A CPLP e a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”.

    Durante o encontro, técnicos dos Ministérios da Saúde de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe debateram a promoção e o fortalecimento das RIDES, especificando suas atividades, o desenvolvimento de compromissos bienais, a atuação em rede e conjunta entre as RIDES e a interlocução com as demais redes da Comunidade. Também participaram da Reunião representantes das instituições assessoras do Plano Estratégico de Cooperação em Saúde da CPLP (PECS-CPLP), Fiocruz e Instituto de Medicina Tropical de Portugal (IHM-Portugal), e da Rede de Institutos de Saúde Pública da Comunidade (RINSP-CPLP).

    As RIDES são mecanismos de intercâmbio de informação e experiências e promoção de boas práticas na área da saúde. Elas congregam em rede os programas de IST/aids, malária e tuberculose dos países de língua portuguesa, com o objetivo de cooperar em temas prioritários para os Estados membros e promover a investigação em saúde com foco no desenvolvimento sustentável e no combate a essas três epidemias.

    Para encerrar a presidência pro temporebrasileira da CPLP no campo da saúde, o Brasil promoverá uma reunião de alto nível com os ministros da Saúde da Comunidade às margens da 71ª Assembleia Mundial da Saúde (AMS), em Genebra, em maio de 2018.

    COOPERAÇÃO

    A cooperação do MS com os países africanos de língua portuguesa tem avançado com o estabelecimento de projetos em áreas como o combate ao HIV/aids, a vigilância epidemiológica em malária e tuberculose, a formação de recursos humanos e a saúde materno-infantil. Além disso, o Ministério da Saúde implementou um Laboratório de Tuberculose em São Tomé e Príncipe, inaugurado em janeiro de 2018, e está conduzindo a finalização do processo de transferência de tecnologia da Fábrica de Medicamentos em Moçambique, em parceria com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC/MRE). Ainda em 2018, serão inaugurados os primeiros Bancos de Leite Humano de Angola e Moçambique e a segunda unidade de Cabo Verde.

    Por Anna Lima, do Nucom AISA
    Atendimento à imprensa
    (61) 3315-3580

  • DSEI Alto Rio Juruá capacita trabalhadores sobre prevenção de doenças transmitidas por vetores

    Curso abordou rotinas da vigilância em saúde formas de prevenção de malária, dengue, zika e chikungunya

    Foto: Luís Oliveira

    Coordenadora do DSEI ARJ, Milena Lopes, no Curso de Atualização em Medidas de Combate à Malária, Dengue, Zika e Chikungunya

    Como parte da preparação para o período epidêmico, o Distrito Sanitário Especial Indígena do Alto Rio Juruá (DSEI ARJ) promove o Curso de Atualização em Medidas de Combate à Malária, Dengue, Zika e Chikungunya, com participação de 29 trabalhadores, entre agentes de endemias, agentes indígenas de saúde, técnicos de laboratório e servidores. Iniciado na manhã desta segunda-feira (06), o curso segue até esta quinta-feira (09), em Cruzeiro do Sul (AC). “Informação nunca é demais e nosso compromisso é capacitar sempre nossos trabalhadores”, disse a coordenadora do DSEI ARJ, Milena Lopes da Silva, na abertura do evento.

    A região de Cruzeiro do Sul registrou, no último ano, casos de malária e de dengue, mas ainda não foram registrados casos de zika e chikungunya. “É necessário preparação, porque podem existir casos e nossos profissionais vão precisar identificar a doença e dar o alerta”, explica Sebastião Melo de Carvalho, referência técnica em endemias do DSEI ARJ. Entre os temas abordados no curso, esclarecimentos sobre os problemas relacionados à malária em gestantes. “A malária gestacional pode ocasionar aborto, parto prematuro e até malformação no feto, entre outras complicações”, enumerou Rodrigo Medeiros, professor dos cursos de Ciências Biológicas e de Enfermagem da Universidade Federal do Acre (UFAC), que tratou também das especificidades do tratamento da malária em gestantes. Com sede em Cruzeiro do Sul (AC), o DSEI ARJ abrange uma área de mais de 216 mil km², composto por oito municípios, onde vivem 17,2 mil indígenas de 16 etnias, reunidos em 123 aldeias, inclusive a população de recente contato do Xinane. Por Beth Almeida, do Nucom SESAI
    Atendimento à Imprensa
    (61) 3315-3580/2351/2745

Fim do conteúdo da página