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Crato (CE) terá R$ 1,39 milhão para UTIs Neonatal

Escrito por Tatiana Teles | Publicado: Quarta, 18 de Outubro de 2017, 12h47 | Última atualização em Quarta, 18 de Outubro de 2017, 14h28

Os recursos irão reforçar o atendimento a crianças nascidas de parto prematuro ou que apresentam problemas ao nascer, no Hospital e Maternidade São Francisco de Assis

O município do Crato, no Ceará, vai receber R$ 1,39 milhão para ações de média e alta complexidade. O montante é destinado a dez leitos de Unidade de Tratamento Intensivo Neonatal (UTIN), no Hospital e Maternidade São Francisco de Assis - Sociedade Beneficente São Camilo. A unidade de saúde é um hospital geral, referência para 12 municípios, além do Crato que atende SUS e particular. Os recursos serão transferidos mensalmente via Fundo Nacional de Saúde, conforme publicado em Portaria no Diário Oficial da União. Atualmente, o município de Crato possui dez leitos de UTI Neonatal e seis leitos de unidade de cuidado intermediário neonatal. A Unidade Neonatal é um serviço de internação, responsável pelo cuidado integral ao recém-nascido grave ou potencialmente grave, dotado de estruturas adequadas à prestação de assistência especializada, incluindo instalações físicas, equipamentos e recursos humanos. As Unidades Neonatal devem articular uma linha de cuidados progressivos para o bebê. O ministro da Saúde, Ricardo Barros, considera fundamental o investimento na rede de saúde que atende as crianças recém-nascidas, especialmente àquelas que precisam de cuidados essenciais e diferenciados, como os oferecidos nas UTIs Neonatais. “O atendimento qualificado vai determinar o desenvolvimento da criança. Por isso, os recursos são fundamentais para garantir a assistência aos bebês que nascem prematuros e necessitam de UTIs. Com estes recursos, o município pode ampliar e qualificar os serviços e continuar proporcionando aos bebês prematuros o atendimento adequado”, destacou o ministro da Saúde, Ricardo Barros. PARTO E NASCIMENTO – O protocolo de atendimento de bebês prematuros é regulado de acordo com as condições clínicas e do estado geral do bebê após o nascimento. Fatores como o peso ao nascer, frequência cardíaca, respiração, reflexos, tônus muscular, entre outros, determinam a conduta e os protocolos que a equipe de saúde adotará. Caba ressaltar que o Ministério da Saúde instituiu o Método Canguru como Política Pública de Saúde e publicou a Norma de Atenção Humanizada ao Recém-Nascido de Baixo Peso (RNBP) - Método Canguru, definindo as diretrizes para implantação nas unidades integrantes do Sistema Único de Saúde (SUS). Essa norma foi atualizada pela Portaria GM/MS nº 1.683 de 12 de julho de 2007 e define o método canguru como um modelo de assistência perinatal voltado para o cuidado humanizado envolvendo o contato pele a pele com a mãe/pai de forma precoce e crescente, permitindo maior participação dos pais nos cuidados neonatais e envolvimento da família. CRIANÇAS - O Ministério da Saúde possui diversas ações voltadas à saúde das crianças e para  também garantir que os bebês recebam leite. Existem os bancos de leite humano que fazem atendimento e orientação e apoio à amamentação. O Brasil tem a maior e mais complexa rede de bancos de leite humano do mundo. Atualmente há 221 Bancos de Leite Humano e 186 postos de coleta no Brasil. Em 2016, 149 mil mulheres doaram leite materno, beneficiando 145 mil recém-nascidos prematuros internados em UTIs neonatais. Além disso, os BLH realizaram 1,4 milhão atendimentos de mulheres com questões relacionadas a amamentação. Por Carolina Valadares, da Agência Saúde
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