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OMS e diretores recebem homenagem do Governo Federal

Escrito por alexandreb.sousa | Publicado: Quarta, 21 de Março de 2018, 14h08 | Última atualização em Quarta, 21 de Março de 2018, 15h43

Tedros Adhanom, Mariângela Batista e a instituição OMS receberam a Medalha de Mérito Oswaldo Cruz. Outras 33 personalidades e instituições foram condecoradas com a medalha, no último mês

A Organização Mundial da Saúde (OMS); o diretor-geral da instituição, Tedros Adhanom e a diretora Geral Assistente para Medicamentos, Vacinas e Produtos Farmacêuticos, também da OMS, Mariângela Batista, foram homenageados pelo Governo Federal com a medalha “Medalha de Mérito Oswaldo Cruz”. A condecoração foi entregue aos agraciados, nesta quarta-feira (21/03), pelo presidente da República, Michel Temer e pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, em cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília (DF). A medalha agracia aqueles que se destacam na atuação de atividades com resultados benéficos à saúde individual e coletiva dos milhares de cidadãos brasileiros.

Para o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a condecoração é uma justa homenagem aos que contribuem para a saúde da população brasileira. “É importante reconhecermos o legado pelo trabalho desempenhado, voltado ao bem social fundamental para o país”, destacou o ministro.   

Tedros Adhanom trabalhou na Etiópia como ministro da Saúde (2005 a 2012) e ministro de Relações Exteriores (2012 a 2016). Além disso, foi presidente do Conselho do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária; presidente da Parceria Fazer Recuar a Malária (RBM) e co-presidente do Conselho da Parceria Global para a Saúde Materna, Neonatal e Infantil. No ano passado, ele foi eleito o primeiro presidente da Organização Mundial da Saúde nascido no continente africano, substituindo a médica chinesa, Margareth Chan, que ocupou o cargo nos últimos 10 anos.

Já Mariângela Batista, possui 30 anos de experiência no sistema brasileiro de saúde pública e teve papel ativo na ampliação e descentralização dos serviços de saúde no país. Entre 2006 e 2010, ela atuou como diretora do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais, onde liderou bem sucedidas negociações de preços com companhias farmacêuticas para medicamentos contra o HIV. Também representou o Ministério da Saúde em negociações que levaram à constituição da UNITAID em 2006, tendo atuado como membro de seu conselho até 2008. Mariângela é pediatra e tem mestrado em saúde pública pela Universidade de Londres, no Reino Unido.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), também, recebeu a condecoração do Governo Federal. A instituição, que existe desde 1948, coordena os esforços internacionais para controle de doenças, como Malária, Febre Amarela, entre outras ações que tem como foco a saúde da população mundial. Além disso, a OMS tem a função de supervisionar o Regulamento Sanitário Internacional, publicar classificações em saúde e também, a realização de pesquisas em diversas áreas do setor.

A medalha leva o nome do fundador da saúde pública brasileira, o cientista, médico e sanitarista Oswaldo Cruz. Ele esteve à frente de uma nova concepção de saúde pública e inovou em suas práticas e atividades, contribuindo com campanhas para a erradicação da febre amarela e peste bubônica, entre outras. Oswaldo Cruz, que também esteve presente no início da história de um dos maiores símbolos de produção de conhecimento e tecnologia do país – a Fundação Oswaldo Cruz - não relutou em reconhecer que a saúde é um desafio ao mesmo tempo individual e coletivo, princípios básicos que preconizaram o SUS.

No mês de fevereiro, outras 33 pessoas como médicos, pesquisadores, políticos, entidades, comunicadores e pessoas com relevante contribuição para a saúde brasileira foram homenageados com a “Medalha de Mérito Oswaldo Cruz”. O anúncio da outorga é feito por meio de assinado pelo Presidente da República e pelo ministro da Saúde, e publicado no Diário Oficial da União (DOU).

Entre os condecorados estavam: o representante da OPAS, Joaquín Molina; a superintendente das obras sociais Irmã Dulce, Maria Rita Pontes; a liderança indígena e parteira, Iolanda Pereira da Silva; o médico infectologista e secretário de Saúde do estado de São Paulo, David Uip e entidades como a Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação e a Força Aérea Brasileira (FAB), que contribui para o transporte de órgãos para transplantes no país. 

 

Por Victor Maciel da Agência Saúde
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(61) 3315-3580/3174

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