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Política de saúde LGBT é tema de aula aberta na UNB

Escrito por alexandreb.sousa | Publicado: Terça, 15 de Maio de 2018, 11h48 | Última atualização em Terça, 15 de Maio de 2018, 11h48

Processo Transexualizador foi um dos assuntos abordados

Crédito: Caroline OliveiraPolítica de saúde LGBT é tema de aula aberta na UNB

Na última sexta-feira (11), o Departamento de Apoio à Gestão Participativa e ao Controle Social da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde (DAGEP/SGEP/MS) palestrou sobre a Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (PNSILGBT) e o Processo Transexualizador no Sistema Único de Saúde (SUS) durante a disciplina Identidade de Gênero, do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares da Universidade de Brasília (CEAM/UNB). A matéria é ministrada pela Profª Dra. Ana Paula Martins, da Faculdade de Administração, Economia, Contabilidade e Gestão de Políticas Públicas (FACE/UNB).

“O diálogo com a academia é fundamental para o aprimoramento das políticas públicas porque ajuda a gestão a refletir sobre o trabalho que está sendo feito e aponta caminhos para melhorá-lo. Então, ficamos muito felizes com o convite da professora Ana para participar desta aula aberta sobre sexualidades e políticas públicas no Brasil e poder mostrar o que o Ministério da Saúde está fazendo para promover a saúde da população LGBT. Dialogar com os estudantes sobre os avanços e desafios na implementação das políticas de promoção da equidade enriquece o nosso trabalho”, destaca a técnica responsável pela implementação da PNSILGBT, Luana Benício.

Durante a atividade, foi apresentado o II Plano Operativo da Política Nacional de Saúde Integral LGBT, com vigência até 2019 e pactuado na Comissão Intergestores Tripartite (CIT) em 28 de setembro de 2017. O instrumento tem como objetivo apresentar às gestões federal, estadual e municipal estratégias para a implementação da Política Nacional de Saúde Integral LGBT.

Conceitos como transexualidade, travestilidade, LGBTfobia, transfobia e suas implicações para a área da saúde, assim como a diferença entre equidade e igualdade, também foram foco de reflexão entre os alunos e as representantes do Ministério da Saúde.

As técnicas do DAGEP apresentaram um panorama das ações do MS em prol dessa população no país, como a ampliação do Processo Transexualizador no SUS, os comitês estaduais e municipais de equidade em saúde, a inclusão do nome social de travestis e transexuais no Cartão SUS e o módulo de ensino a distância sobre a Política Nacional de Saúde Integral LGBT voltado para profissionais de saúde, especialmente os que atuam na Atenção Básica e demais interessados na temática. A capacitação é gratuita e ofertada atualmente pelo Ambiente Virtual de Aprendizagem do Sistema Único de Saúde (AVASUS).

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Por Caroline Oliveira, do Nucom SGEP

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