Ir direto para menu de acessibilidade.
Saúde do Viajante
    Você está aqui:
  1. Página inicial
  2. >
  3. Saúde de A a Z
  4. >
  5. Doação de Sangue
  6. >
  7. Atenção Hemoterápica
Início do conteúdo da página

Atenção Hemoterápica

Escrito por Leonardo | Publicado: Quinta, 27 de Julho de 2017, 16h00 | Última atualização em Quarta, 12 de Dezembro de 2018, 15h31

A Atenção Hemoterápica na Coordenação-Geral de Sangue e Hemoderivados desenvolve ações que promovem a disponibilidade e a qualidade de produtos hemoterápicos e hemoderivados no Brasil, por meio das linhas de atuação:

  • Elaborar, revisar e atualizar normas técnicas relativas ao sangue, necessárias às atividades hemoterápica;
  • Avaliar, fomentar e acompanhar o desenvolvimento técnico das atividades dos sistemas de sangue, componentes e hemoderivados relativos à medicina transfusional;
  • Promover assessoramento em hemoterapia aos integrantes do SINASAN e seus órgãos de apoio e;
  • Incentivar a promoção da doação voluntária de sangue e apoiar a pesquisa científica, acompanhando o desenvolvimento e implantação de novas tecnologias relacionadas ao sangue, componentes e hemoderivados.

Com o apoio da Hemorrede Nacional, ANVISA, Grupos de Assessoramento Técnico, órgãos da administração pública direta e indireta, universidades e sociedade civil, vêm atuando nas seguintes ações específicas para o aumento da segurança transfusional:

Estabelecimento de estratégias para garantir o abastecimento de sangue em situações de contingências e durante a realização de grandes eventos

O Brasil possui cerca de 200 milhões de habitantes em uma área de 8.514.876.599 km2, com diversas realidades, apresentando regiões mais vulneráveis a desastres naturais, o que torna imprescindíveis a estruturação e a divulgação de ações preventivas ou emergenciais diferenciadas em situações de emergência, com vistas ao pleno atendimento hemoterápico da população nessas ocasiões. Além das questões demográficas, geográficas e climáticas, o Brasil tem sediado grandes eventos nacionais e internacionais, como a da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, que requerem um planejamento adequado das ações de saúde. Assim, com o objetivo estruturar ações preventivas na ocorrência de grandes eventos e ações corretivas em situações de catástrofes, a CGSH disponibiliza o Guia Nacional de Gerenciamento de Estoque de Sangue em Situações de Emergência e as Diretrizes Brasileiras para o Suporte Hemoterápico - Seguro em Eventos de Massa (2014) para preparar e orientar a Hemorrede frente a essas situações.

Consolidação da implantação do teste de detecção de ácidos nucléicos (NAT) HIV/HCV Brasileiro no SUS

O kit NAT HIV/HCV brasileiro, desenvolvido por Bio-Manguinhos, tem como objetivo a detecção precoce dos vírus HIV e HCV, reduzindo o risco de transmissão desses agentes virais por transfusão, uma vez que reduz a janela imunológica. O teste é uma realidade para o Brasil, com sua disponibilização para 100% das bolsas de sangue coletadas no SUS. A Portaria Nº 2.712, de 12 de novembro de 2013 que redefine o regulamento técnico de procedimentos hemoterápicos, dispõe sobre a obrigatoriedade de realização do NAT para triagem de HIV e HCV em doadores de sangue. O Kit NAT HIV/HCV brasileiro, sob os aspectos científico e tecnológico, é atualmente um dos principais exemplos da política afirmativa do Ministério da Saúde no fortalecimento do incentivo ao desenvolvimento nacional, indo ao encontro às demandas públicas de desenvolvimento tecnológico em saúde.

O Ministério da Saúde disponibiliza a realização do teste, de forma centralizada em 14 Sítios Testadores (SIT-NAT), distribuídos pelo país e que devem seguir, juntamente com as unidades fornecedoras de amostras, as orientações previstas no manual Rotina dos Testes de Ácidos Nucleicos (NAT) em Serviços de Hemoterapia – Manual Operacional.

Clique aqui e veja a lista dos 14 SIT-NAT e seus contatos.

Projeto de Cooperação Técnica Internacional

A CGSH participa de Projetos de Apoio ao Fortalecimento e Desenvolvimento do Sistema Nacional de Sangue e Hemoderivados de Honduras, El Salvador e Benin (África). Esses projetos constituem um imenso desafio para o fortalecimento e integração da cadeia produtiva de sangue e hemoderivados, considerando a troca de experiências entre o Brasil e os demais países. O projeto visa à redução das desigualdades, à equalização das oportunidades e à correção de iniquidades, na área de hemoterapia, entre os países envolvidos.

Fim do conteúdo da página