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Doação de Sangue
Filariose Linfática

Filariose Linfática

Escrito por Leonardo | Publicado: Terça, 02 de Maio de 2017, 13h07 | Última atualização em Quarta, 22 de Novembro de 2017, 11h22

A Filariose Linfática é uma doença parasitária crônica, considerada uma das maiores causas mundiais de incapacidades permanentes ou de longo prazo. A FL é causada pelo verme nematoide Wuchereria Bancrofti. Sua transmissão se dá pela picada do mosquito Culex quiquefasciatus (pernilongo ou muriçoca) infectado com larvas do parasita. Após a penetração na pele, através da picada do mosquito, as larvas infectantes migram para região dos linfonodos (gânglios), onde se desenvolvem até a fase adulta. Havendo o desenvolvimento de parasitos de ambos os sexos, haverá também a reprodução, com eliminação de grande número de microfilárias para a corrente sanguínea, o que propiciará a infecção de novos mosquitos, iniciando-se um novo ciclo de transmissão. Entre as manifestações clínicas mais importantes estão edema de membros, seios e bolsa escrotal que podem levar à incapacidade.

Sintomas

Entre as manifestações clínicas mais importantes estão edema de membros, seios e bolsa escrotal, que podem levar à incapacidade. No entanto, como os quadros clínicos são semelhantes ao de outras doenças é preciso que sua caracterização seja feita criteriosamente.

Diagnóstico

Os testes laboratoriais que comprovam a etiologia são o exame direto em lâmina, a  hemoscopia positiva, testes imunológicos especialmente apoiados em cartões ICT e ultrassonografia, que pode demonstrar a presença de filarias nos canais linfáticos.

Uma característica deste parasito é a periodicidade noturna das microfilárias no sangue periférico do hospedeiro. O pico da parasitemia periférica coincide, na maioria das regiões, com o horário preferencial de repasto do vetor (entre 23h00 e 01h00 da manhã). Durante o dia, essas formas se localizam nos capilares profundos, principalmente nos pulmões e, durante a noite, aparecerem no sangue periférico, com maior concentração em torno da meia-noite, decrescendo novamente até o final da madrugada.

Transmissão

A transmissão se dá pela picada do mosquito Culex quiquefasciatus (pernilongo ou muriçoca) infectado com larvas do parasita. Após a penetração na pele, através da picada do mosquito, as larvas infectantes migram para região dos linfonodos (gânglios), onde se desenvolvem até a fase adulta. Havendo o desenvolvimento de parasitos de ambos os sexos, haverá também a reprodução, com eliminação de grande número de microfilárias para a corrente sangüínea, o que propiciará a infecção de novos mosquitos, iniciando-se um novo ciclo de transmissão.

A transmissão da FL atualmente no Brasil está restrita a áreas endêmicas pertencentes aos municípios de Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes e Paulista, todos na Região Metropolitana do Recife/ Pernambuco.

Tratamento 

Para os casos em que a presença do parasito é detectada, o tratamento antifilarial específico deve ser adotado, para conter a infecção. Para tanto, a droga de escolha é a Dietilcarbamazina (DEC) na forma de comprimidos de 50mg da droga ativa. Sua administração é por via oral e apresenta rápida absorção e baixa toxicidade. Esta droga tem efeito micro e macro filaricida, com redução rápida e profunda da densidade das microfilárias no sangue.


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