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Influenza/Gripe

Orientações

Escrito por Alessandra Bernardes | Publicado: Quinta, 20 de Março de 2014, 11h25 | Última atualização em Quarta, 28 de Fevereiro de 2018, 15h52

Medidas que evitam a transmissão da influenza e outras doenças respiratórias

  • Frequente higienização das mãos, principalmente antes de consumir algum alimento.
  • Utilizar lenço descartável para higiene nasal.
  • Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir.
  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca.
  • Higienizar as mãos após tossir ou espirrar.
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas.
  • Manter os ambientes bem ventilados.
  • Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de influenza.
  • Evitar sair de casa em período de transmissão da doença.
  • Evitar aglomerações e ambientes fechados (procurar manter os ambientes ventilados).
  • Adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e ingestão de líquidos.
  • Orientar o afastamento temporário (trabalho, escola etc.) até 24 horas após cessar a febre.

IMPORTANTE: O serviço de saúde deve ser procurado imediatamente caso apresente algum desses sintomas: dificuldade para respirar, lábios com coloração azulada ou roxeada, dor ou pressão abdominal ou no peito, tontura ou vertigem, vômito persistente, convulsão.

Cuidados em Creches:

  • A aglomeração de crianças em creches facilita a transmissão de influenza. A melhor maneira de proteger as crianças contra influenza sazonal e potenciais complicações graves é a vacinação anual contra influenza. Para as crianças a vacina da influenza é recomendada a partir de 6 meses até 5 anos
  • Cuidadores e crianças lotadas em creches devem adotar as medidas gerais de prevenção e etiqueta respiratória, também realizar a higienização dos brinquedos com água e sabão quando estiverem sujos. Deve-se utilizar lenço descartável para limpeza das secreções nasais e orais das crianças. No caso de utilização de lenço ou fralda de pano, estes devem ser trocados sempre que necessário. Deve-se lavar as mãos após contato com secreções nasais e orais das crianças, principalmente, quando a criança estiver com suspeita de síndrome gripal
  • Cuidadores devem observar se há crianças com tosse, febre e dor de garganta, devem informar aos pais quando a criança apresentar os sintomas de síndrome gripal, caso observem um aumento do número de crianças doentes com síndrome gripal ou com absenteísmo pela mesma causa na creche devem informar a secretaria municipal de saúde
  • O contato da criança doente com as outras deve ser evitado. Recomenda-se que a criança fique em casa, a fim de evitar transmissão da doença - por pelo menos 24 horas após o desaparecimento da febre, sem utilização de medicamento.

Cuidados com gestantes, puérperas e recém-nascidos

Influenza causa mais gravidade em gestantes do que em mulheres não grávidas. As mudanças no sistema imunológico, circulatório e pulmonar durante a gravidez faz com que as gestantes sejam mais propensas as complicações por influenza, trabalho de parto prematuro, assim como hospitalização, e óbito. A vacinação contra influenza durante a gravidez protege a gestante, o feto e o bebê recém-nascido até os 6 meses.

  • As gestantes devem buscar o serviço de saúde, caso apresente sintomas de Síndrome Gripal
  • Durante internação e trabalho de parto, se a mulher estiver com diagnóstico de Influenza, deve-se priorizar o isolamento
  • Se a mãe estiver doente, deve realizar medidas preventivas e de etiqueta respiratória, como a constante lavagem das mãos, principalmente para evitar transmissão para o recém-nascido
  • A parturiente deve evitar tossir ou espirrar próximo ao bebê. O bebê pode ficar em isolamento com a mãe (evitando-se berçários)

Mais recomendações para prevenção e controle

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