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Peste

Escrito por Leonardo | Publicado: Terça, 02 de Maio de 2017, 13h52 | Última atualização em Quarta, 29 de Novembro de 2017, 15h39

A peste é uma doença infecciosa aguda, transmitida principalmente por picada de pulga infectada, e se manifesta sob três formas clínicas principais: bubônica, septicêmica e pneumônica. A doença é um perigo potencial para as populações, devido à persistência da infecção em roedores silvestres.

A doença é conhecida popularmente como “peste negra”, “febre do rato” ou “doença do rato”.

Transmissão

A transmissão na forma bubônica ocorre por meio da picada de pulgas infectadas. Na forma pneumônica, a transmissão se dá por gotículas aerógenas lançadas pela tosse no ambiente.

A maior transmissibilidade se dá no período sintomático, em que o bacilo circula no organismo em maiores quantidades. A transmissibilidade da peste pneumônica ocorre no início da expectoração, permanecendo enquanto houver bactérias no trato respiratório.

O período de incubação geralmente é de 2 a 6 dias na peste bubônica e de 1 a 3 dias na peste pneumônica.

A peste continua sendo potencialmente perigosa em diversas partes do mundo. No Brasil, existem duas áreas distintas consideradas focos naturais: o foco do nordeste e o foco de Teresópolis, no estado do Rio de Janeiro. Existem outras áreas pestígenas localizadas no território mineiro do vale do Rio Doce e vale do Jequitinhonha, que podem ser consideradas como extensão do foco do nordeste. O foco do nordeste encontra-se distribuído nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco (com pequena extensão para o Piauí), Alagoas e Bahia.

Nos últimos 10 anos, o Brasil registrou apenas 1 caso de peste bubônica, em 2005, no município de Pedra Branca, região serrana do Ceará.

Tratamento

O tratamento da peste deve ser feito com antibióticos. Ele deve ser instituído precoce e intensivamente. Não se deve, em hipótese alguma, aguardar os resultados de exames laboratoriais, devido à gravidade e rapidez da instalação do quadro clínico.

O ideal é que se institua a terapêutica específica nas primeiras 15 horas após o início dos sintomas.

Prevenção

Para prevenção, é preciso evitar o contato com roedores silvestres e animais sinantrópicos - que se adaptaram a viver junto ao homem -, por causa de suas pulgas.


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