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Saúde Indígena

Sistema de Informação da Atenção à Saúde Indígena (SIASI)

Escrito por André | Publicado: Segunda, 29 de Maio de 2017, 15h46 | Última atualização em Quinta, 31 de Agosto de 2017, 11h10

O Sistema de Informação da Atenção à Saúde Indígena (SIASI) é composto de dados primários vindos da atenção primária à saúde prestada pelas Equipes Multidisciplinares de Saúde Indígena (EMSI) no Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS), gerenciado pela Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde.

Desenvolvido em linguagem de programação Java (ambiente Web) e Java Swing (aplicativo local) e utilizando Oracle e Postgres, respectivamente, como gerenciadores de banco de dados, a nova versão do sistema incorpora diversas novidades tecnológicas. Uso de criptografia na transmissão de dados e outras metodologias de segurança, além de completa integração com os padrões do Departamento de Informática do SUS (DATASUS), permitem maior segurança do dado e adequação à lei de acesso à informação e as normatizações do governo federal.

Dados

No campo da disseminação de dados o sistema está utilizando a estratégia de inteligência de negócio (Business Intelligence - BI) com a formação de um Data Warehouse (DW), potencializando a integração e análise de dados, além da integração com outros sistemas de informação de saúde. Alguns relatórios do SIASI já são construídos nessa tecnologia e encontram-se disponibilizados nos links abaixo, com dados demográficos por diversos agregadores de análise como DSEI, Polo Base, Aldeia, Etnia, Município, Estado, Regiões de Saúde, Região do Brasil, Etnia.

No campo do monitoramento da política pública de saúde há a inserção de várias outras áreas de atuação, como saúde da mulher (gestantes, puerpério, aborto, PCCU e mama), vigilância alimentar e nutricional, ações coletivas preventivo-educativas, dentre outras. Também há melhorias nas áreas de imunização, demografia, óbito, morbidade e saúde bucal.

Em relação à operacionalização do sistema, os processos de trabalho locais forma rediscutidos com essa nova versão, melhorando o fluxo de dados, fluxo de documentações, melhorias no uso da interface. Há, ainda, uma pequena melhoria de infraestrutura e durante o ano de 2013 foram realizadas capacitações em todos os distritos para utilização do sistema.

Internamento no sistema há dois principais agregadores de dados, um na dimensão individual e outro na coletiva. O primeiro trata-se da própria pessoa cadastrada, uma vez que muitos dados da atenção prestada ao indígena são inseridos individualmente. O segundo trata-se da aldeia, que recebe dados coletivos consolidados referentes às ações educativas e de prevenção. As duas dimensões estão conectadas pelo cadastro de unidades familiares identificadas por domicílio. Esses são agrupados por aldeia, as aldeias estão vinculadas aos Polos Base e Distritos Sanitários Especiais Indígenas. As aldeias também são agrupadas em municípios, estados, regiões de saúde.

O fluxo de dados e a arquitetura do sistema permanecem com a alimentação realizada de forma descentralizada (distritos, polos ou aldeias), com autonomia do aplicativo local para análises, sem necessidade de conexão com a internet.

Inicia-se um novo capítulo no processo de monitoramento da saúde indígena em busca da qualificação da atenção e da gestão do Subsistema de Saúde Indígena no SUS. Esta versão foi fruto do esforço da Sesai, da equipe multiprofissional do monitoramento da saúde indígena que mergulhou de forma decisiva para enfrentar todas as dificuldades na sua elaboração. A contribuição de colaboradores dos distritos foi imprescindível para a construção de um sistema cada vez mais forte e preciso. O desafio ainda possui proporções gigantescas para dar conta de descrever de forma quantitativa, cartesiana e sucinta a grandiosidade dos povos indígenas do Brasil.

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