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GRIPE:QUEM DEVE SE VACINAR?

Desenvolvimento da Primeira Infância

Escrito por Alessandra Bernardes | Publicado: Quinta, 29 de Junho de 2017, 11h14 | Última atualização em Segunda, 28 de Agosto de 2017, 12h10

A primeira infância constitui provavelmente o melhor investimento social existente, pois é de 0 a 6 anos de idade que a criança estabelece a arquitetura cerebral que lhe permitirá aprender, sentir, relacionar-se, comportar-se e desenvolver-se ao longo da vida. Porém, este desenvolvimento pode não ocorrer plenamente se as conexões cerebrais da criança não forem utilizadas e estimuladas. Por isso é tão importante que governo e sociedade invistam na formação, educação, saúde e nos diferentes aspectos que cercam a vida das crianças brasileiras.

Os cuidados com a criança nos primeiros anos de vida e a estimulação precoce exercem uma função importante no desenvolvimento emocional, cognitivo e social. É parte da avaliação integral da saúde da criança manter o vínculo dela com a família, com os serviços de saúde, propiciando oportunidades de abordagem para a promoção da saúde, amamentação, alimentação complementar, de hábitos de vida saudáveis, vacinação, prevenção de doenças e agravos e provendo o cuidado em tempo oportuno.

Visitas domiciliares para o DPI por agentes de saúde

O Ministério da Saúde adotou como pauta essencial o estímulo ao Desenvolvimento na Primeira Infância (DPI), como forma de garantir às crianças brasileiras condições sadias que permitam seu desenvolvimento pleno. Nesse sentido, está apoiando técnica e financeiramente dois projetos de Visitas Domiciliares: o Cresça com seu Filho, de Fortaleza (CE), e o São Paulo Carinhosa, da capital paulista.

Ambos têm por objetivo fortalecer as competências de famílias de maior vulnerabilidade, com grávidas e/ou crianças na primeira infância, para o cuidado afetivo com os filhos, estimulando seu desenvolvimento integral. Os dois projetos servirão como base para a construção de um modelo programático, financeiro e de avaliação que possa ser ofertado para replicação em outros municípios brasileiros. A proposta é uma inovação da Coordenação-Geral de Saúde da Criança e Aleitamento Materno no contexto do Brasil Carinhoso.

Os pilotos têm como base o programa Primeira Infância Melhor (PIM) - desenvolvido pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio Grande do Sul, que fornece o apoio técnico ao Ministério da Saúde - e inspiração em outras experiências exitosas, como o programa Educa a Tu Hijo, de Cuba, e Chile Crece Contigo. O foco das visitas é acompanhar a saúde da mãe/bebê, além de empoderar as famílias para o cuidado e o estímulo ao desenvolvimento das crianças. Além da capacitação dos agentes, o projeto prevê a supervisão e apoio permanente ao trabalho desenvolvido por eles com as famílias. As primeiras experiências estão acontecendo nos dois municípios com famílias com renda per capita até R$ 77.

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