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Vigilância em Saúde

Ações da Vigidesastre

Escrito por Alessandra Bernardes | Publicado: Segunda, 28 de Agosto de 2017, 13h43 | Última atualização em Terça, 29 de Agosto de 2017, 12h16
  • Articulação intra e interinstitucional;
  • Estruturação da vigilância em saúde ambiental relacionada aos riscos associados de desastres em cada unidade federada;
  • Ações de Educação em Saúde específicas para desastres de origem natural;
  • Capacitação de pessoal;
  • Normatização;
  • Apoio ao desenvolvimento de estudos e pesquisas;
  • Identificação dos fatores de risco e das populações vulneráveis, por meio da construção de mapa deameaças, vulnerabilidades e riscos;
  • Comunicação do risco ambiental com impacto na saúde humana;
  • Assistência humanitária.

Ações da Vigidesastre

As esferas estadual e federal de gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) definiram duas ações direcionadas ao fortalecimento da prevenção, preparação e resposta quanto à gestão dos riscos associados aos acidentes com produtos químicos perigosos, que podem resultar em desastre.

Essas ações referem-se à:

  • Instituição do Comitê Estadual de Saúde em Desastres ou, em casos de comitês já existentes, incluir o tema Saúde em Desastres; e 
  • Elaboração de um Plano de Contingência para Desastres.

O Comitê Estadual de Saúde em Desastres é entendido como uma organização colegiada aberta, de cunho consultivo e deliberativo, formalmente instituída no âmbito da Secretaria Estadual de Saúde (SES), a fim de planejar, orientar, coordenar e monitorar a atuação do setor saúde na execução de ações de prevenção, preparação e resposta aos desastres de origem natural ou de origem antropogênico.

O Plano de Contingência para Desastres foi elaborado no âmbito do Comitê Estadual de Saúde em Desastres e validado pelos atores que integram esse Comitê, bem como pelos atores que integram as equipes operacionais ou de resposta aos eventos.

Para a operacionalização dessas ações, sugere-se o desenvolvimento de linhas de atuação, dentre as quais se tem:

  • Normatização: elaborar políticas públicas que contemplem diretrizes para gestão dos fatores de riscos associados às ameaças tecnológicos, produto do atual modelo de desenvolvimento em um território de saúde por onde vivem e circulam a população.
  • Capacitação: proporcionar a realização de cursos e treinamentos voltados para o setor saúde: vigilância dos fatores de riscos, assistência médica-farmacêutica e análises clínicas toxicológicas.
  • Planejamento e execução:
    • instituir o Comitê de Saúde em Desastre e definir responsabilidades dos atores envolvidos na atuação em todas as fases da gestão do risco (dentro e fora do SUS);
    • propor e acompanhar a elaboração de Plano de Preparação e Resposta do SUS frente aos acidentes com produtos químicos perigosos.
  • Avaliação:
    • definir indicadores que permitam a avaliação das ações de intervenção nos fatores de risco e de enfrentamento quando da necessidade de resposta aos desastres de origem antropogênica;
    • estabelecer critérios para acompanhamento e necessidade de adequação das ações proposta no plano de preparação e resposta do setor saúde frente aos acidentes com produtos químicos perigosos.
  • Fomento a estudos e pesquisas: possibilitar a realização de estudos e pesquisas que permitam a caracterização do território de saúde, a identificação da real capacidade de resposta, o desenvolvimento de técnicas e práticas de vigilância e atenção à saúde de populações expostas ou intoxicadas por produtos químicos perigosos, entre outras relacionadas ao tema.
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