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Vigilância em Saúde

Radiação Não-Ionizante

Publicado: Terça, 30 de Maio de 2017, 10h33

A exposição humana à Radiação Não-Ionizante (RNI) vem crescendo, tendo em vista a expansão das suas aplicações, na ampliação do fornecimento de energia elétrica, sendo a telefonia celular e as tecnologias de comunicação sem fio os maiores exemplos disso.

Em relação à discussão da exposição humana aos campos eletromagnéticos são apresentados pontos de vista antagônicos. Um grupo de cientistas defende a inocuidade das RNI em baixas intensidades, e outros sustentam que ainda em baixas intensidades é possível ocorrer efeitos adversos à saúde humana em longo prazo.

O grupo se baseia em parâmetros internacionais como os da Comissão Internacional de Proteção Contra Radiação Não Ionizante (ICNIRP), e do Instituto de Engenharia Elétrica e Eletrônica (IEEE), reconhecendo apenas os chamados “efeitos térmicos”, que são os efeitos biológicos que aparecem quando o alvo biológico é esquentado pela radiação em 1 grau centígrado em curto tempo.

O segundo grupo de cientistas se baseia em material científico sobre os efeitos não térmicos que assinala efeitos adversos à saúde ainda em baixos níveis de radiação que não geram calor, a exemplo do Grupo Bioiniciative, grupo de trabalho que aborda os estudos mais recentes sobre o assunto, e a partir deles visa o estabelecimento de leis e padrões com a finalidade de proteger as pessoas contra a ação desses campos eletromagnéticos. No entanto, por ser uma discussão ampla, ainda, não há estudos conclusivos sobre os efeitos das radiações não ionizantes sobre a saúde humana.

A RNI de baixa frequência emitida pelas estações de transmissão de energia elétrica também causa preocupação, principalmente do ponto de vista ocupacional.

  • Estruturação do Vigifis: Apoio à estruturação do Vigifis nos municípios de Caetité, Lagoa Real e Livramento de Nossa Senhora, no estado da Bahia, em decorrência de se localizarem dentro da área de influência da mina de urânio das Indústrias Nucleares do Brasil (INB) e, também, em região com presença de radiação natural elevada;
  • Projeto Planalto Poços de Caldas: Apoio à pesquisa sobre câncer e radiação natural elevada na região do Planalto Poços de Caldas, no estado de Minas Gerais;
  • Elaboração do Plano de Contingência, do Ministério da Saúde, para Assistência Médica a Radioacidentados de forma a melhor preparar o atendimento às vítimas de acidentes radiológicos;
  • Representação, do Ministério da Saúde, no Sistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro (SIPRON) por meio de participação na Comissão de Coordenação da Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro (COPRON), no Comitê de Planejamento de Resposta a Situações de Emergência Nuclear no Município de Angra dos Reis (COPREN/AR) e no Comitê de Articulação nas Áreas de Segurança e Logística do Sistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro (CASLON);
  • Participação nos Exercícios Parciais e Gerais de Emergência Nuclear de Angra dos Reis, com o objetivo de fortalecer a preparação do Sistema Único de Saúde (SUS) para atuar em uma eventual emergência nuclear;
  • Apoio às pesquisas relacionadas aos temas das radiações ionizantes e não-ionizantes;
  • Elaboração do modelo de atuação do Vigifis (radiações ionizantes e não-ionizantes);
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