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Vigilância em Saúde

Dados Epidemiológicos

Escrito por Alessandra Bernardes | Publicado: Sexta, 25 de Agosto de 2017, 15h21 | Última atualização em Segunda, 28 de Agosto de 2017, 18h21

O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) registrou 220 casos de exposição/intoxicação por mercúrio no período de 2006 a 2014, sendo 41% em São Paulo e 24% no Paraná (Figura 2).

Figura 2 – Intoxicações exógenas por mercúrio por UF, Brasil – 2006 a 2014. Fonte: SINAN, Fev./2014. * Os dados de 2014 são parciais.

Dos 220 casos de intoxicação exógena por mercúrio registrados, 180 foram confirmados, 4 fecharam como reação adversa, 1 foi descartado e 35 não foram classificados. Em 82% das confirmações utilizou-se o critério clínico, seguido pelo critério clínico-epidemiológico (48%) e clínico-laboratorial (41%) (Figura 3).

Figura 3 – Critério de confirmação dos casos de intoxicação exógena por mercúrio, Brasil – 2006 a 2014. Fonte: SINAN, Fev/2014 * IGN = Ignorado; ** Os dados de 2014 são parciais.

O tipo de exposição foi aguda-única em 118 casos, aguda-repetida em 11, crônica em 38, aguda sobre crônica em 1 e em ignorado em 12.  Desses, a maioria dos casos se deu por exposição pela via digestiva, seguida da via respiratória e da via cutânea (Figura 4).

Figura 4 – Via de exposição: percentual de casos confirmados de intoxicação exógena por mercúrio, Brasil – 2006 a 2014**. Fonte: SINAN, Fev/2014 * IGN = Ignorado; ** Os dados de 2014 são parciais.

Por fim, de todos os casos confirmados, houve perda de seguimento de 4 e a evolução de 34 foi ignorada. Nenhum dos outros 176 veio a óbito. Entre os que se curaram, somente 16,2% apresentaram sequelas (Figura 5). 

Figura 5 - Evolução dos casos confirmados de intoxicação exógena por mercúrio, Brasil - 2006 a 2014. Fonte: SINAN, Fev/2014 * IGN = Ignorado; ** Os dados de 2014 são parciais.

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